Corpo de médico limeirense que morreu no Peru deve chegar ao Brasil entre quarta e quinta-feira
Cauê Brunelli Dezotti estava na capital do Peru para acompanhar a final da Copa Libertadores quando sofreu acidente
O corpo do médico urologista limeirense Cauê Brunelli Dezotti, de 38 anos, que morreu na sexta-feira (28) em um acidente em Lima, no Peru, deve chegar ao Brasil entre quarta-feira (03) e quinta-feira (04), segundo pessoas próximas que acompanham o processo de repatriação.
Toda a documentação necessária — incluindo autópsia, laudos oficiais e registros consulares — já foi concluída pelas autoridades peruanas. Agora, os trâmites seguem para a etapa final, envolvendo procedimentos burocráticos e a definição do voo responsável pelo transporte.
O médico estava na capital peruana para acompanhar a final da Copa Libertadores 2025 entre Palmeiras e Flamengo, vencida pelo Flamengo por 1 a 0 no sábado (29), mas acabou falecendo após um acidente envolvendo um ônibus turístico durante um passeio pela cidade.
Circunstâncias do acidente serão apuradas
As circunstâncias completas do acidente ainda estão sendo apuradas. Mas, a princípio, ele teria batido a cabeça em uma estrutura enquanto estava no ônibus do tipo aberto, sem teto.
Amigos que estavam em Lima – entre eles o empresário Roberto Martins – se mobilizaram para prestar apoio à família e auxiliar diretamente nos processos de liberação do corpo, agilizando a comunicação com autoridades locais.
A família e os amigos aguardam a chegada do corpo para a realização do velório e do sepultamento.
Cauê Brunelli Dezotti atendia em uma clínica na Rua Doutor Trajano, em Limeira, e também exercia a profissão em Campinas, sendo amplamente reconhecido pela dedicação ao trabalho e pelo atendimento prestado aos pacientes. A morte gerou grande comoção na cidade.

Como funciona a repatriação de um corpo
O processo de trazer o corpo de uma pessoa falecida no exterior envolve várias etapas formais. Primeiro, é necessária a emissão de documentos locais, como laudos médicos, atestado de óbito e autorização para transporte. Em seguida, o consulado brasileiro acompanha e valida os registros para permitir a repatriação.
Após isso, uma funerária credenciada organiza a preparação do corpo conforme normas internacionais e agenda o voo. Todo o procedimento requer coordenação entre autoridades estrangeiras, o consulado e a família, o que pode levar alguns dias até a liberação final.
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