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Americana e região conquistam selo APL têxtil e de confecção

A partir de agora, as empresas locais ganham representatividade maior no mercado, além de acesso rápido a projetos e programas governamentais
by Rogério Verzignasse

Americana e região conquistaram, junto ao governo do Estado de São Paulo, o reconhecimento de APL (Arranjo Produtivo Local) Têxtil e de Confecção.

A partir de agora, as empresas locais ganham representatividade maior no mercado, além de acesso rápido a projetos e programas governamentais.

O Sinditec – que há 30 anos representa oficialmente  as indústrias do setor nas cidades de Americana, Santa Bárbara d’Oeste, Nova Odessa, Sumaré e Hortolândia  – passa a ser a entidade gestora do núcleo, que passa a ter o apoio de entidades estratégicas como Ciesp, Sebrae, Fidam, sindicatos trabalhistas, associações comerciais e secretarias de desenvolvimento econômico de cada cidade.

Para o presidente do Sinditec, Leonardo Sant’Ana, o arranjo será composto por todas as instituições parceiras. Ou seja, a estrutura vai engajar lideranças importantes para o debate de aprimoramento profissional, ações setoriais conjuntas, relações trabalhistas, geração de trabalho e renda.

O resultado do chamamento público foi divulgado na segunda-feira pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico. O formulário reivindicando o reconhecimento do APL foi encaminhado em fevereiro pelo Sinditec.

O APL será composto pelos cinco municípios da base de atuação do sindicato. Nenhuma outra região do estado representa o setor têxtil e de confecção, dentro do projeto do governo paulista que prevê o fomento da atividade produtiva a partir da vocação dos municípios. “O reconhecimento do APL Têxtil e de Confecção é estratégico para o desenvolvimento do setor em Americana e região”, afirmou o presidente Sant’Ana.

Ainda cabe ao governo paulista definir os chamados “níveis de maturidade” dos arranjos setoriais  aprovados, e lançar os  editais para apresentação de projetos.

Nas cidades-base de atuação do Sinditec, o setor gera 20 mil empregos diretos e indiretos, com produção de 110 milhões de metros de tecidos ao mês.

A direção do Sinditec (Sindicato das Indústrias de Tecelagem) faz planos ambiciosos para ações do APL (Arranjo Produtivo Local) Têxtil e de Confecção. O presidente  Leonardo Sant’Ana afirma que as empresas devem ter acesso a apoio técnico nas tecnologias disponíveis para implantação da chamada Indústria 4.0.

Em suma, o setor quer investir na produção eficiente, similar à dos polos industriais avançados do mundo. “O APL vai auxiliar na busca por juros baixos, para que as empresas possam dar um grande salto tecnológico, com retorno seguro do investimento”, disse o presidente, em entrevista ao TODODIA.

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