Domingo, 24 Outubro 2021

Boulos conversa com PDT, Rede e PCdoB sobre aliança para governo de SP em 2022

Boulos conversa com PDT, Rede e PCdoB sobre aliança para governo de SP em 2022

Boulos se encontrou na semana passada com o presidente do PDT, Carlos Lupi, com a porta-voz nacional da Rede, a ex-senadora Heloísa Helena, e com o deputado federal Orlando Silva, uma das principais lideranças do PCdoB. 

Boulos tornou pública a sua intenção de se candidatar ao governo de SP em uma entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, em abril ( Foto: Agência Brasil)

O ex-presidenciável Guilherme Boulos (PSOL) abriu conversações com o PDT, o PCdoB e a Rede para uma eventual aliança em torno de sua candidatura ao governo de São Paulo em 2022.

Ele se encontrou na semana passada com o presidente do PDT, Carlos Lupi, com a porta-voz nacional da Rede, a ex-senadora Heloísa Helena, e com o deputado federal Orlando Silva, uma das principais lideranças do PCdoB.

Um eventual acordo abriria a possibilidade de o PSOL abrir o palanque em São Paulo para Ciro Gomes, que será candidato.

Boulos tornou pública a sua intenção de se candidatar ao governo de SP em uma entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, em abril.

"Estou disposto a ser candidato", afirmou o coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto.

O anúncio surpreendeu o PT, que imaginava formar uma aliança com o PSOL que incluiria o apoio a Lula para presidente e a Fernando Haddad para o governo de SP.

Na mesma entrevista, Boulos sinalizou que o apoio a Lula pode ocorrer, mas em São Paulo ele não seria automático. "Não é razoável que numa composição, numa aliança política, tenha um partido que seja a cabeça de chapa em todos os lugares, em nível nacional, em nível estadual. Não é razoável isso", afirmou ele.

Desde então, Boulos tem percorrido o estado de SP em encontros com lideranças sociais e políticas. Haddad vem fazendo o mesmo.

A possibilidade de o PSOL abrir um palanque para Ciro em São Paulo não exclui a possibilidade de ter candidato próprio a presidente da República ou mesmo de apoiar Lula.

Neste caso, o palanque seria aberto para os dois presidenciáveis. 

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