Nesta sexta-feira, foram registradas 1.074 mortes em todo o país
Com os dados atualizados, o Brasil chega a 631.069 vidas perdidas e a 26.319.033 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia. A média móvel de mortes continua a crescer e agora é de 732 óbitos por dia, aumento de 160% em relação aos dados de duas semanas atrás. É a média mais alta desde 23 de agosto do ano passado, quando era de 766 mortes por dia.
A média móvel de casos também cresceu, em relação ao dados de duas semanas atrás, e agora é de 182.696, um aumento de 30%. Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre veículos de imprensa para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus.
ÔMICRON
A variante Ômicron está presente em todas as regiões do país e respondia, no fim de janeiro, por 95,9% das amostras do coronavírus Sars-CoV-2 que passaram por análise genética da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Os dados foram divulgados pela Rede Genômica Fiocruz que avaliou 3.739 sequenciamentos feitos entre 14 e 27 de janeiro.
A dominância da nova variante sobre as demais cepas em todo o país ocorreu ao longo do mês de janeiro, já que em dezembro a Ômicron foi detectada em 39,4% dos genomas sequenciados.
A Fiocruz informa que os primeiros genomas da Ômicron no Brasil são de amostras do fim de novembro. A partir daí, a variante se expandiu rapidamente até superar a variante Delta ainda em dezembro nas regiões Sudeste, Nordeste e Sul.





