segunda-feira, 16 fevereiro 2026

Doria define petista como alvo de campanha mais do que Bolsonaro

A avaliação do tucano, que deixará o cargo em 31 de março, é de que é preciso iniciar de imediato o processo de desconstrução do petista 

Foco | Rodrigo Maia coordena a campanha de Doria (Foto: Governo de SP/Divulgação)

 O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), definiu como estratégia de campanha, ao menos no início, centrar artilharia no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mais até do que em Jair Bolsonaro (PL).

A avaliação do tucano, que deixará o cargo em 31 de março, é de que é preciso iniciar de imediato o processo de desconstrução do petista, que reina soberano nas pesquisas e pode até ganhar no primeiro turno.

O rol de críticas é conhecido: recessão, mensalão, apoio a ditaduras de esquerda e a Lava Jato, citando sempre que as vitórias judiciais do ex-presidente foram por questões processuais, não de mérito.

Com relação a seu ex-padrinho Geraldo Alckmin, possível vice do petista, Doria será mais cuidadoso. Mas não deixará de acusá-lo de “endossar um corrupto” e dizer que não há como separar o velho Lula do atual.

Doria escalou o ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia (sem partido-RJ) para ser o coordenador de seu programa de governo para a Presidência da República.

O ex-presidente da Câmara ocupa, atualmente, o cargo de secretário estadual de Projetos e Ações Estratégicas do governo paulista. As atribuições dele são dar agilidade a projetos de privatização em curso no estado, firmar parcerias público-privadas e promover leilões de concessão de serviços públicos a empresas privadas. “A experiência de Rodrigo Maia, seu brilhante desempenho como secretário de Ações Estratégicas e seu traquejo político, além do amplo conhecimento das necessidades do povo brasileiro, são fundamentais para fortalecer nosso projeto”, elogiou Doria.

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