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Forças Armadas são a instituição em que o brasileiro mais confia

A Presidência da República continua sendo a segunda instituição em que a população mais confia

As Forças Armadas se mantêm como a instituição em que a população brasileira mais confia, e os partidos políticos seguem como o alvo da maior desconfiança, aponta Datafolha. Questionados sobre o grau de confiança nas Forças Armadas, 42% dos entrevistados responderam que confiam muito nos militares, 38% que confiam um pouco e 19%, que não confiam.

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O resultado desta pesquisa pouco difere daquele apresentado na sondagem de abril deste ano, quando 45% diziam confiar muito, 35% um pouco e 18% não confiavam. Enquanto isso, a desconfiança nos partidos políticos oscilou quatro pontos para cima, indo de 54% em abril para 58% agora. Apenas 4% dos entrevistados dizem confiar muito nas siglas, e 36%, um pouco. Há três meses esses índices foram de 5% e 39%, respectivamente.

A Presidência da República continua sendo a segunda instituição em que a população mais confia, com 28% dos entrevistados afirmando que confiam muito, e 40%, que confiam um pouco. Não confiam 31%. Os números de julho apenas oscilaram em relação aos de abril, quando 29% confiavam muito, 41% um pouco e 29% não confiavam.

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A desconfiança no Congresso Nacional, isto é, nos deputados e senadores, também oscilou quatro pontos para cima em julho e chegou a 45%. Os que dizem confiar muito no Legislativo federal são 7%, e os que confiam um pouco, 46%, ante 8% e 49% em abril. O grau de confiança na imprensa e nas redes sociais mantiveram os patamares de abril, com 21% dos entrevistados afirmando confiar muito na imprensa –eram 24%– e 9% que confiam muito nas redes sociais –ante 10% há três meses.

A desconfiança na imprensa, porém, oscilou quatro pontos para cima, indo a 30%, enquanto 46% dizem não confiar nas redes sociais. O grau de confiança nas instituições em geral é maior entre aqueles que aprovam o presidente Jair Bolsonaro.

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A exceção é a imprensa, que mantém o mesmo nível de confiança independente da avaliação que o entrevistado tem do governo: confiam muito 21% entre os que avaliam ótimo ou bom, 22% entre quem considera regular e 21% entre aqueles que classificam o governo como ruim ou péssimo.

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