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Americana sedia 28º Congresso Nacional de Tecnologia Têxtil

O evento pretende reunir na Fatec (Faculdade de Tecnologia) Americana cerca de 800 profissionais

Americana sedia esta semana a 28ª edição do CNTT (Congresso Nacional de Tecnologia Têxtil, Confecção e Moda), promovido pela ABTT (Associação Brasileira de Tecnologia Têxtil, Confecção e Moda). O evento pretende reunir na Fatec (Faculdade de Tecnologia) Americana cerca de 800 profissionais de moda, técnicos e administradores de empresas de toda cadeia das fibras ao varejo.

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Entre hoje e quinta-feira, serão apresentadas 27 palestras gratuitas voltadas a empresários, profissionais técnicos, engenheiros e estudantes que atuam nas diversas áreas que compõem a cadeia produtiva têxtil. Os eventos começam sempre às 16h.

Amanhã, às 9h30, também acontece um Fórum de Moda, Tecnologia e Sustentabilidade dentro da programação do congresso. A participação é gratuita e os interessados podem se inscrever no site www.cntt.abtt.org.br ou na recepção do congresso.

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Entre os palestrantes está um time de ex-alunos e professores da Fatec Americana, incluindo a presidente do evento, Maria Adelina Pereira. “Este congresso é uma grande oportunidade não só de conhecimento de novas tecnologias, equipamentos, produtos e matérias-primas, mas também de conhecer pessoas e fazer um networking saudável para a ampliação de conhecimento a fim de receber e oferecer grandes informações por meio da troca que faz a tecnologia do país crescer. E a tecnologia têxtil é poderosa, pois somos destaque em diferentes áreas no mercado têxtil do mundo.”, ressaltou.

A cidade foi escolhida para sediar esta edição justamente pela concentração de empresas do setor, como destacou o presidente da ABTT, Nelson Pereira Junior. “O congresso vem sendo realizado há 56 anos e já passou por nove estados do Brasil. Este ano escolhemos Americana por seu potencial têxtil e por ser um polo que ainda concentra grande parte dos processos da cadeia produtiva”, disse.

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A entidade, instalada no Rio de Janeiro desde sua fundação, há 57 anos, abriu sua sede paulista na cidade, em dependências cedidas pela Fidam (Feira Industrial de Americana.

De acordo com o presidente da Fidam, Edison Botasso, a cadeia têxtil de Americana e região reúne 600 indústrias de fiação, tecelagem, tinturaria e engomagem. Se somadas as confecções, o total de empresas quase dobra. “O setor têxtil ainda é um grande gerador de emprego e renda. Pouca gente sabe disso, mas a microrregião concentra 50% da produção nacional do índigo”, declarou, referindo-se ao tecido utilizado na produção do jeans brasileiro.

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