
Nenhuma urna eletrônica precisou ser substituída na área abrangida pela 230ª Zona Eleitoral de Sumaré durante o primeiro turno das Eleições Gerais de 2026. A zona eleitoral é uma das duas existentes no município e reúne 209 seções de votação.
O juiz eleitoral da 230ª Zona Eleitoral, Leonardo Delfino, afirmou que a estrutura da Justiça Eleitoral funcionou normalmente, mesmo com a chuva forte registrada durante a tarde.
Apuração começa logo após chegada das urnas
As primeiras urnas eletrônicas chegaram ao Cartório da 230ª Zona Eleitoral por volta das 17h50 deste domingo (4). Assim que os equipamentos chegaram, o conteúdo das mídias começou a ser transmitido pela equipe da Justiça Eleitoral aos computadores do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo).
A transmissão dos dados de cada urna leva apenas alguns segundos. Os servidores também afixaram os boletins de urna de cada seção no chamado “afixador de resultado”, permitindo a consulta pública dos dados e eventual apresentação de recursos.
A expectativa do cartório era concluir a transmissão das mídias das 209 seções da 230ª Zona Eleitoral por volta das 19h.
24 urnas estavam disponíveis para reposição
Segundo Leonardo Delfino, nenhuma das 209 seções da zona eleitoral apresentou problema que exigisse a troca do equipamento. Mesmo assim, 24 urnas eletrônicas extras estavam disponíveis para eventual substituição. “Transcorreu tudo normalmente, nenhuma urna precisou ser substituída. Em todas as 209 seções aqui da nossa zona, os trabalhos ocorreram normalmente”, afirmou o juiz.
Delfino também destacou que a chuva forte durante a tarde não provocou atrasos ou problemas no funcionamento das seções eleitorais.
Juiz destaca trabalho de servidores e mesários
À frente de uma eleição em Sumaré pela primeira vez, Delfino classificou como “primoroso” o trabalho realizado pela Justiça Eleitoral, pelos servidores e pelos voluntários envolvidos na votação.
Segundo o juiz, a preparação para uma eleição começa meses antes do dia da votação, com capacitação de servidores e mesários e organização da logística necessária para o pleito. “É um trabalho de meses com os servidores da Justiça Eleitoral, com os voluntários, os mesários, todos contribuindo, fazendo cursos de capacitação”, explicou.
Para Delfino, esse trabalho permitiu que a eleição ocorresse de maneira tranquila, apesar das condições climáticas registradas durante a tarde.

Estrutura já está pronta para eventual segundo turno
O juiz eleitoral também afirmou que a Justiça Eleitoral de Sumaré já está preparada caso haja segundo turno. Segundo ele, servidores e voluntários estão treinados e toda a logística necessária já foi organizada. “Todos os voluntários estão treinados, assim como os servidores, toda a logística já está montada”, afirmou Delfino.
Participação de jovens e idosos é destacada
Delfino também chamou atenção para a presença de idosos e jovens nas seções eleitorais. Para ele, a participação de eleitores de diferentes faixas etárias contribui para a formação de uma cultura de participação política. “É muito legal a gente começar vendo muitos idosos votando porque os idosos ensinam aos adolescentes a importância de exercer o direito ao voto”, afirmou.
O juiz também destacou a importância da participação dos jovens e defendeu que eles acompanhem a vida política do país e exerçam o direito ao voto quando estiverem aptos.

Eleições e democracia
Para Delfino, a eleição representa um momento de participação dos cidadãos nas decisões sobre o futuro do país. “As eleições são importantíssimas porque é um momento que a gente pode contribuir para a democracia, é um momento que a gente contribui para o futuro do país”, afirmou.





