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Escola de N.O. tem surto, diz Apeoesp

Segundo o sindicato, são nove professores afastados com suspeita ou caso confirmado na Silvânia Aparecida
by Pedro Heiderich

A Escola Estadual Silvânia Aparecida, em Nova Odessa, está com surto de coronavírus. A denúncia é de Zenaide Honório, diretora da regional da Apeoesp (Sindicato dos Professores de Ensino Oficial do Estado de São Paulo). Segundo o balanço do sindicato, já são nove professores da escola afastados com suspeita ou infectados pela doença.

Depois de registrar cinco professores afastados com suspeita, todos ainda sem os resultados, o balanço do fim da tarde de ontem da Apeoesp apontou que mais quatro professores foram afastados por conta do coronavírus, três sob suspeita e um caso confirmado.

“Já é surto. E nem sinal de suspenderem as aulas ou esterilizar a escola. Desde o início, o Silvania está com problema e ficam querendo tapar o sol com a peneira”, diz Zenaide.

Para a diretora do sindicato, a Vigilância Sanitária local precisa ir ao local. “Tem um protocolo a ser adotado, e significa que não estão seguindo. O governo do estado também tem sua responsabilidade. Os casos têm aumentado lá, o pessoal está desesperado. Daqui a pouco não tem quem trabalhar porque os professores estão sendo afastados”, alertou.

A reportagem questionou no fim da tarde a Vigilância Sanitária de Nova Odessa, através da Prefeitura, mas não houve resposta até o fechamento da edição.

A Secretaria de Educação do estado disse que cabe às Vigilâncias Sanitárias municipais definir se há surto de coronavírus e se as unidades escolares devem ter as aulas suspensas.

ALUNA

O balanço de ontem da Apeoesp apontou ainda o caso de uma aluna afastada com coronavírus na Sônia Bataglia, no Jardim Pérola, em Santa Bárbara. É o segundo caso de aluna com a doença na região. Na quinta-feira (25), o sindicato informou e o governo confirmou um caso de uma aluna na João Solidário Pedroso, no São Manoel, em Americana.

Foram informados ainda ao sindicato caso de uma professora afastada com suspeita da doença na Ulisses Valente e outra na Neuza Nazatto, ambas em Santa Bárbara. A última teve, em balanço da semana passada do sindicato, dois casos suspeitos de alunas, que ainda aguardam resultados dos exames.

Nas contas da Apeoesp, são 20 escolas com casos na região. O estado confirma 16. Em nota, a Secretaria da Educação confirmou o caso positivo da Silvânia e o caso da aluna do Sônia Bataglia.

A pasta disse que “segue todos os protocolos definidos por autoridades de saúde, preserva a segurança de professores, servidores e alunos” e reiterou que, segundo comissão médica, “cumpridos os protocolos sanitários não há evidência científica de que as escolas apresentem alto risco de transmissão e, muito menos, é possível se afirmar que seja ambiente de contágio quando há casos positivos, pois não é o único local de circulação”.

Os casos confirmados de servidores e alunos são acompanhados por meio do Simed (Sistema de Informação e Monitoramento da Educação para Covid-19) da pasta.

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