Chegada de Frontini deve acelerar contatos para o novo técnico do Guarani
Dirigente assume vaga de Farnei Coelho e inicia trabalhos no Brinco de Ouro com foco na reorganização do departamento para a Série C
O Guarani confirmou nesta semana a contratação de Carlos Frontini para o cargo de Executivo de Futebol. O dirigente chega para ocupar a vaga deixada por Farnei Coelho e inicia imediatamente os trabalhos no estádio Brinco de Ouro da Princesa.
Argentino de General Pacheco, mas criado em Catanduva, Frontini construiu praticamente toda a carreira no Brasil e é naturalizado brasileiro. Ele retorna à região com a missão de reorganizar o departamento de futebol do Bugre.
Experiência dentro e fora de campo
Antes de assumir funções administrativas, Frontini teve trajetória como atacante profissional, com passagens por 34 clubes. Entre as equipes em que atuou estão União Barbarense, Red Bull Brasil e XV de Piracicaba.
Em Campinas, também vestiu a camisa da Ponte Preta em 2005. Apesar da breve passagem pelo Moisés Lucarelli, ele foi para o Santos ainda naquele ano.
Formação e trajetória como dirigente
Após encerrar a carreira como jogador, Frontini investiu em formação acadêmica. Ele é graduado em Gestão Financeira e possui certificação da CBF Academy no curso de Executivo de Futebol, além de especialização em Gestão Profissional no Futebol pela Universidade do Futebol.
Como dirigente, soma experiências no Vila Nova, onde permaneceu por quatro temporadas, além de passagens por Marcílio Dias e Paysandu. O Guarani será o quarto clube de sua trajetória fora das quatro linhas.
Missão imediata na Série C
O primeiro desafio será estruturar o departamento de futebol e definir o novo treinador para a disputa da Série C do Campeonato Brasileiro. A estreia bugrina está prevista para a primeira semana de abril, fora de casa, diante do Maranhão.
Frontini se torna o nono executivo de futebol do Guarani em um intervalo de seis anos. Nesse período, passaram pelo cargo Michel Alves, Rodrigo Pastana (em duas oportunidades), Lucas Drubscky, Juliano Camargo, Danilo Silva, Toninho Cecílio e Farnei Coelho.
Rotatividade no cargo
Entre os antecessores, Michel Alves foi quem teve maior permanência, com início na pré-temporada de 2020 e saída em junho de 2022. No outro extremo, Toninho Cecílio ficou apenas dois meses no clube em 2024.
A diretoria aposta no conhecimento regional de Frontini e na vivência recente de mercado para dar mais estabilidade ao departamento. A expectativa interna é de alinhamento entre planejamento, perfil de elenco e comando técnico para recolocar o Bugre em rota de competitividade na Série C.
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