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Contador é preso em Americana acusado de lavagem de dinheiro

Segundo o Ministério Público, a maior parte dos "clientes" dele possui antecedentes criminais

Uma operação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado) do MP (Ministério Público) nesta terça-feira (29), em Americana, resultou na prisão de um contador de 44 anos acusado de montar uma rede de empresas de fachada para lavagem de dinheiro. Segundo o MP, a maior parte dos “clientes” dele possui antecedentes criminais. 

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M.R.P foi preso pela PM (Polícia Militar) em uma academia na Avenida Campos Sales. Com ele, foram apreendidos documentos, computadores, um veículo VW/Amarok e celulares. 

Segundo as investigações da “Operação Marco Polo”, as empresas identificadas não exerciam atividade econômica, não tinham empregados registrados e não emitiram declaração de importação de mercadorias, documento hábil para o desembaraço aduaneiro no Brasil. Mesmo assim, as contas bancárias atribuídas a ele movimentaram quantias milionárias nos últimos anos. 

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“As contas bancárias das empresas eram meras contas de passagem, isto é, serviam apenas para o trânsito de valores que eram creditados e, no mesmo dia, destinados para outras contas bancárias”, afirmou, em nota, a Assessoria de Imprensa do Ministério Público. 

Parte considerável dos valores que transitaram pelas contas bancárias foram transferidos à Corretora Catedral, liquidada pelo Banco Central do Brasil por operações fraudulentas de câmbio. 

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A reportagem não localizou a defesa do acusado para comentar o caso. 

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