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Saúde pra cachorro

Conheça cinco doenças mais comuns em cães e como os tutores podem preveni-las 
by Folhapress

Apatia, perda de peso e coceira excessiva são alguns sinais de que algo não vai bem com o cãozinho. Mas algumas doenças são silenciosas ou têm sintomas difíceis de o tutor identificar. Ficar atento ao comportamento do animal e procurar ajuda do veterinário o quanto antes é fundamental para a recuperação do pet. 

Thais Matos, veterinária da DogHero, aponta a seguir as cinco doenças mais comuns em cachorros e como os tutores podem preveni-las. 

> Doença do carrapato  
É uma infecção que ataca o sangue e pode provocar a morte do animal se não tratada corretamente – e quanto mais cedo descobrir a doença, mais chances de sucesso no tratamento. Essa enfermidade é diagnosticada por meio de exames laboratoriais e os sintomas incluem febre, falta de apetite e perda de peso. Uso de medicamentos específico, de xampu antiparasitas, eliminar os carrapatos do local em que o cão vive e higienizar o espaço com água, sabão e produtos de limpeza com pulgicidas e carrapaticidas são formas de evitar a doença.  

> Dermatite  
É uma infecção na pele causada por diferentes agentes que afeta principalmente os cães de pelagem longa e espessa, como o golden retriever e border collie. Os principais sintomas são perda de pelos, coceira, vermelhidão na pele, lambidas e mordidas no local afetado. Cuidar da pele do animal, alimentação e limpeza do cachorro, além da atenção pré e pós banho, além de evitar contato com animais infectados com doenças de pele, são medidas preventivas. O tratamento dependerá do tipo de dermatite identificado pelo veterinário, e pode ser oral, injetável ou apenas com sprays e pomadas na região afetada.  

> Otite  
A infecção é mais comum em cães de raças como cocker, beagle e basset, já que a orelha caída acaba tampando o canal auditivo do animal e facilita o acúmulo de umidade. Pode ser provocada por bactérias, acúmulo de cera e até pela entrada de corpos estranhos, como água, poeira, pedaços de algodão. O pet geralmente sente coceira nas orelhas, inclina a cabeça para um lado, apresenta feridas na parte de trás da região e cera escura e malcheirosa. O tratamento será feito com medicamentos de uso tópico, além da higienização das orelhas. Para prevenir a otite canina, o tutor deve fazer a higienização ao menos uma vez por semana no caso de animal com orelha caída e a cada 15 dias nos pets com orelhas em pé ou curtas.  

> Parvovirose  
É um tipo de infecção viral e se manifesta via gastrointestinal grave, causado por vírus contagioso e potencialmente mortal quando não tratado corretamente, ou por uma doença que ataca o coração ao causar uma miocardite aguda e, em geral, é responsável por morte súbita em filhotes. O contágio ocorre através do contato com cachorros infectados ou fezes e vômitos infectados. Entre os sintomas estão letargia, vômito, diarréia, falta de apetite, hipotermia, taquicardia, desidratação, perda de peso e fraqueza. A melhor forma de prevenir a parvovirose é manter a vacinação em dia, especialmente as vacinas V8 e V10. Filhotes não devem ser expostos aos locais públicos antes de concluir a vacinação, para evitar possíveis contaminações. 

> Obesidade 

O número de cães acima do peso tem crescido. Alimentação inadequada e pouco exercício físico são os principais motivos, e as raças com mais propensas são akita, beagle, buldogue inglês e francês, dachshund, labrador, pug e rottweiler. O veterinário indicará o peso ideal é o planejamento de refeições e atividades físicas. “O recomendado é evitar o máximo de petiscos industrializados, pois eles são ricos em gorduras e carboidratos, pobres em nutrientes e tiram o apetite para a ração equilibrada. O ideal é que o tutor opte por petiscos naturais, orientados por um especialista”, diz a veterinária. 

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(Foto: Jorge Zapata | Unsplash)

“O recomendado é evitar o máximo de petiscos industrializados, pois eles são ricos em gorduras e carboidratos, pobres em nutrientes e tiram o apetite para a ração equilibrada. O ideal é que o tutor opte por petiscos naturais, orientados por um especialista”, diz Thais Matos, veterinária 

 

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