Após furtar chácara em município vizinho, dupla é presa em Cosmópolis
Homens foram flagrados com eletrônicos, bebidas e ferramentas; suspeita é de que tenham praticado outros furtos na região
Dois homens foram presos em Cosmópolis na tarde desta terça-feira (9), após serem acusados de furtar uma chácara em um condomínio de Artur Nogueira, cidade que fica a apenas 7 km de distância.
Segundo a Polícia Militar, o dono da propriedade estranhou a presença de uma escada posicionada em um dos muros e de um carro com dois indivíduos em atitude suspeita ainda na madrugada. Ao perceber que eles deixavam o local, o proprietário seguiu o veículo e acionou a PM, repassando as características do carro e dos ocupantes.
Perseguição até Cosmópolis
A dupla foi localizada e interceptada pelos policiais já em Cosmópolis, na região do bairro Morro Castanho, próximo à rua Santa Cruz. No interior do veículo, os agentes encontraram objetos pertencentes à vítima, como aparelhos eletrônicos, bebidas, ferramentas elétricas e outros itens.
De acordo com a PM, os homens confessaram o furto. Há ainda a suspeita de que a dupla tenha invadido outras chácaras nas imediações, possivelmente utilizando o controle de acesso de uma das residências para entrar nos imóveis. Parte dos produtos mencionados não chegou a ser localizada.
Todo o material apreendido será devolvido aos proprietários. Os dois suspeitos foram encaminhados à delegacia e seguem à disposição da Justiça.
Esta matéria foi útil para você?
Newsletter TODODIA
As mais lidas do dia, direto no seu e-mail. Grátis.
Veja também
PM prende homem após furto de Gol ‘bola’ perto de shopping em Sumaré
Policial militar de folga avistou o carro na região central; veículo foi localizado na saída para a Via Anhanguera
Homem com simulacro de arma é detido em UPA de Sumaré
Abordagem ocorreu após funcionários relatarem ameaças; objeto foi apreendido e o homem acabou liberado pela Polícia Civil
Júri absolve homem acusado de esfaquear vítima confundida com desafeto em Hortolândia
Jurados reconheceram a autoria e a materialidade das lesões, mas acolheram a tese de legítima defesa quase 11 anos após o ataque
