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TODODIA 18 de outubro de 2026
MONKEYPOX

Saúde de Sumaré confirma primeiro caso de monkeypox em 2026

Paciente de 37 anos, morador da Área Cura, foi atendido no Hospital Ouro Verde, em Campinas, e já recebeu alta; município teve duas notificações e uma foi descartada.

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A mpox é uma doença viral, da mesma família da varíola. Foto: Agência Brasil

A Secretaria Municipal de Saúde de Sumaré, por meio da Vigilância Epidemiológica, confirmou na quarta-feira (25) o primeiro caso de monkeypox (mpox) em 2026 no município. Segundo a pasta, o paciente é um homem de 37 anos, morador da Área Cura, atendido no Hospital Ouro Verde, em Campinas, com início de sintomas em 1º de janeiro e boa resposta ao tratamento, já com alta médica.

A superintendente de Vigilância em Saúde, Denise Barja, informou que, até o momento, Sumaré registrou duas notificações de mpox, sendo que a outra foi descartada. Ainda segundo dados citados no balanço, o Ministério da Saúde contabiliza 88 casos confirmados de mpox no Brasil em 2026, ante 215 no mesmo período do ano passado, e o total teria passado de 48 confirmações em 20 de fevereiro para 88 em menos de uma semana. O texto também informa que não há mortes registradas no Brasil neste ano e que, em 2025, o país teve 1.079 casos e duas mortes.

Rede municipal e onde buscar atendimento
Denise Barja afirmou que a Rede Municipal de Saúde está apta a atender eventuais pacientes e que as unidades estão preparadas para realizar o diagnóstico. A orientação é procurar a unidade de saúde mais próxima em caso de sintomas; se houver necessidade de coleta de exame, o paciente será encaminhado ao Cresser (Centro de Referência em Saúde Sexual e Reprodutiva).

O que é mpox, transmissão e prevenção
A mpox é uma doença viral da mesma família da varíola, com transmissão principalmente por contato próximo com lesões de pele, fluidos corporais, gotículas respiratórias ou objetos contaminados, segundo a Secretaria. Entre as medidas preventivas citadas estão higienizar as mãos com frequência, evitar compartilhar objetos de uso pessoal e manter distância de pessoas com suspeita da doença.

Sintomas
Os sintomas mais comuns citados incluem febre, dor de cabeça, ínguas e lesões na pele, que podem aparecer no rosto, mãos, pés, genitais e outras regiões do corpo. O texto afirma que, na maioria dos casos, a doença evolui de forma leve, mas que pessoas com imunidade comprometida têm maior risco de complicações.

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Vagner Salustiano Repórter do TODODIA.
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