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TODODIA 13 de outubro de 2026
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Polícia
ATENDIMENTO OBSTÉTRICO

Mãe de gestante denuncia fechamento de maternidade em Americana

Família afirma que gestante de oito meses procurou atendimento de emergência e encontrou unidade fechada; segundo a mãe, não havia obstetra ou ginecologista no local

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Rosiane buscou explicações do convênio. Foto: José Eduardo Milani/TV TODODIA

A mãe de uma grávida de oito meses, considerada gestação de alto risco, conta que levou a filha à unidade após ela passar mal e encontrou a maternidade fechada.

Segundo a família, não havia obstetra ou ginecologista no local. O plano de saúde teria informado que, em caso de necessidade, as pacientes seriam encaminhadas para hospitais de outras cidades.

A família questiona a falta de comunicação e teme pelos riscos para as gestantes que dependem do serviço. “Minha filha passou mal e assim que cheguei ao hospital fui informada de que a maternidade está fechada. Não recebemos nenhum aviso. O parto da minha filha está previsto para o próximo mês e seria na maternidade na Avenida Brasil, em Americana”, relatou Rosiane do Nascimento Borges Santana, mãe da gestante.

Mãe afirma que foi pega de surpresa
Segundo a dona de casa, a situação agora preocupa especialmente as gestantes que já tinham acompanhamento e planejamento de parto na unidade.

Outro lado
Nossa equipe procurou o hospital e o plano de saúde para saber quando o atendimento obstétrico foi interrompido, qual foi o motivo da decisão e como será garantida a assistência às pacientes. A empresa se manifestou por meio da seguinte nota:

“A companhia reforça que conta com profissionais habilitados em obstetrícia e, por meio de seu modelo verticalizado, integra unidades e equipes médicas em diferentes cidades da região. Os casos são avaliados individualmente pelas equipes assistenciais, conforme a necessidade de cada paciente e em conformidade com as normas e diretrizes da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

O atendimento ambulatorial ocorre normalmente nos Centros Clínicos. A unidade informa que a gestão do serviço de obstetrícia da unidade está em processo de transição e em situações de urgência e emergência, as pacientes são acolhidas e avaliadas no pronto-socorro e, conforme indicação médica, encaminhadas para unidades de referência ou para a rede de apoio disponível na própria cidade.

“A empresa reforça seu compromisso com a continuidade e a segurança da assistência aos seus beneficiários.“

*Atualizado às 15h para inclusão da nota.

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Cristiani Azanha TODODIA — jornalismo das regiões de Campinas e Piracicaba
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