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TODODIA 1 de novembro de 2026
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MP apura depósito de R$ 100 mil para acusado de atirar em Marielle

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Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) mostrou um depósito de R$ 100 mil feito na conta do policial militar reformado Ronnie Lessa, sete meses após o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 14 de março do ano passado.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) não confirmou se há ligação entre o pagamento e os assassinatos. O advogado de Lessa, Fernando Santanna, disse que não teve acesso ao relatório do Coaf e, por isso, não pode explicar a origem do dinheiro.

“Fiquei sabendo através do meio televisivo. Vou me inteirar, e depois mostrar pra ele pra saber se foi de alguma venda que ele fez ou algo do gênero”.

O documento foi incluído pelo MP-RJ no pedido do bloqueio de bens apresentado junto à denúncia contra o acusado e contra o ex-policial militar Élcio de Queiroz, apontado como o motorista que seguiu Marielle para que Ronnie atirasse.

Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz foram presos na terça-feira (12), acusados de terem planejado e executado a emboscada contra Marielle e Anderson, que incluiu também a tentativa de assassinato da assessora Fernanda Chavez, que estava no mesmo carro que a vereadora e sobreviveu aos disparos.

O Ministério Público e Delegacia de Homicídios da Polícia Civil seguem com o inquérito para tentar desvendar possíveis mandantes e a motivação do crime, que completou um ano ontem (14).

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Agência Brasil TODODIA — jornalismo das regiões de Campinas e Piracicaba
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