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TODODIA 25 de outubro de 2026

Fevereiro já tem quatro vezes mais mortes por Covid-19 que janeiro em Americana

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Número de óbitos no mês, que ainda não acabou, já é de 57 em Americana, contra 14 no mês anterior

A Vigilância Epidemiológica aponta que do dia 1º até esta segunda-feira (21) morreram na cidade 57 pessoas por conta da doença (Foto: Arquivo/ TodoDia Imagem)

O número de óbitos registrados em Americana por complicações da Covid-19 no mês de fevereiro já é quatro vezes maior do que o total de vítimas fatais do novo coronavírus ocorridas durante todo o mês de janeiro.

Levantamento realizado pelo TODODIA com base nos boletins diários divulgados pela Vigilância Epidemiológica aponta que do dia 1º até esta segunda-feira (21) morreram na cidade 57 pessoas por conta da doença. Em janeiro, foram 14 mortes.

Os dados levam em consideração o dia da confirmação do óbito e não a data de ocorrência.

Até agora, a cidade já contabilizou 938 óbitos e 35.885 casos positivos da doença, além de 69.013 descartados desde o início da crise sanitária.

A cidade contabilizava até sexta-feira 3.881 novos casos, 79,1% dos 4.904 registrados durante todo o mês passado.

Em razão da instabilidade do sistema de registros de novos positivos para a doença, os números de confirmações de pessoas infectadas desta segunda-feira não foi divulgado.

Já no primeiro dia do mês, sete mortes foram confirmadas e 609 novos casos.

No dia 2, uma criança com três meses de idade, moradora do Jardim da Paz, foi vítima da doença. A menina, que nasceu prematura, estava internada em um hospital particular da cidade e apresentada quadro de broncodisplasia. O caso é uma das seis mortes registradas apenas no dia 3.

O dia com maior número de mortes atestadas pela Vigilância Epidemiológica foi o dia 9, com oito mortes.

No dia 15, outras seis pessoas morreram.

A maioria das vítimas tinha mais de 60 anos, ao todo 50 delas.

A taxa de ocupação de leitos com respiradores até o final da tarde desta segunda-feira era de 50%, com 13 dos 26 leitos ocupados.
Leitos sem respiradores contava com 44,45% de ocupação, com pacientes internados em 24 das 54 vagas disponíveis. No HM (Hospital Municipal) Dr. Waldemar Tebaldi, 50% dos leitos com respiradores estavam ocupados (5 dos 10 disponíveis) e 59,10% dos espaços sem respiradores com pacientes (13 dos 22).
 

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Renato Pereira TODODIA — jornalismo das regiões de Campinas e Piracicaba
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