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TODODIA 17 de outubro de 2026
VÍRUS MONKEYPOX

Após Sumaré, Hortolândia também confirma primeiro caso de mpox no ano

Paciente de 25 anos teve confirmação informada pelo Estado na 3ª semana de fevereiro e já recebeu alta; um dia antes, Sumaré havia confirmado o primeiro caso do ano no município

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Sintomas mais comuns são a febre, a dor de cabeça, ínguas e lesões da pele: Foto: Ministério da Saúde

A Secretaria de Saúde de Hortolândia confirmou na sexta-feira (27) o primeiro caso positivo de mpox em 2026 no município. O paciente é um homem de 25 anos, com notificação de suspeita registrada em janeiro, e a confirmação foi informada pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo na terceira semana de fevereiro. Ele já recebeu alta.

Segundo o balanço citado, até quinta-feira o Brasil contabilizava 88 casos confirmados de mpox em 2026, com a maioria no estado de São Paulo (62), predominância de quadros leves a moderados e sem óbitos. Em 2025, foram 1.079 casos no país (422 em São Paulo), com dois óbitos. Desde o início da circulação do vírus, em 2022, o estado de São Paulo soma 6.048 confirmações e 26.498 notificações, com três óbitos, de acordo com dados do Ministério da Saúde.

Sumaré confirmou caso antes
Na quinta-feira (26), a Secretaria de Saúde de Sumaré havia confirmado o primeiro caso positivo do ano na cidade. O paciente é um homem de 37 anos, morador da Área Cura, atendido no Hospital Ouro Verde, em Campinas, com sintomas iniciados em 1º de janeiro. Ele apresentou boa resposta ao tratamento e já recebeu alta médica.

Prevenção, sintomas e orientação
A superintendente de Vigilância em Saúde de Sumaré, Denise Barja, afirmou que a mpox é uma doença viral transmitida principalmente por contato com lesões de pele, fluidos corporais, gotículas respiratórias e objetos contaminados. Entre as medidas preventivas citadas estão higienização frequente das mãos, evitar compartilhar objetos de uso pessoal e manter distância de pessoas com suspeita de infecção.

Denise também apontou que o período de incubação é tipicamente de 3 a 16 dias, podendo chegar a 21. Os sintomas mais comuns incluem febre, dor de cabeça, ínguas e lesões na pele, com possível aparecimento no rosto, mãos, pés, genitais e outras regiões. A orientação é procurar uma Unidade de Saúde ao notar sintomas, já que a confirmação depende de exame laboratorial.

Tratamento
O texto destaca que o tratamento é voltado ao alívio dos sintomas, prevenção e manejo de complicações, além de evitar sequelas.

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Vagner Salustiano Repórter do TODODIA.
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