
O candidato à Presidência pelo Novo, Romeu Zema, afirmou em entrevista à Jovem Pan News que pretende permanecer na disputa até o fim. Durante a conversa, ele também apontou segurança e saúde como os principais problemas da região e falou sobre propostas para um eventual governo.
Pesquisas e 2º turno
Questionado sobre as pesquisas eleitorais, Zema afirmou que considera os levantamentos uma referência, mas disse que os resultados podem mudar até a votação. “Eu respeito as pesquisas, levo-as em consideração, só que pesquisas sempre estão sujeitas a falhar. Mas as pesquisas servem como referência.” Ele argumentou que se dependesse das pesquisas, não teria se tornado governador de Minas Gerais.
Sobre uma eventual ausência no segundo turno, mesmo com as críticas a Flávio Bolsonaro (PL), Zema declarou que apoiará quem estiver contra o PT. “A minha vida política é combater o PT. Quem estiver contra o PT terá o meu apoio.”
Vídeo e bets
Zema também comentou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre um vídeo de campanha produzido com inteligência artificial. O candidato disse que acata decisões judiciais, mas afirmou discordar da determinação.
Sobre as plataformas de apostas esportivas, defendeu o fim das bets e classificou o setor como um problema de saúde pública. “Diversos países sérios já deram um basta nas bets. É a cocaína digital.”
Corrupção e segurança
Na área administrativa, Zema defendeu o fim dos supersalários e maior transparência nos gastos públicos. “Como presidente, vou ser o primeiro a dar exemplo, acabar com super salários, acabar com essa falta de prestação de contas.”
Na segurança pública, afirmou ser favorável à classificação de facções criminosas como organizações terroristas e defendeu a cooperação internacional no combate ao crime organizado.
Após a entrevista, Zema seguiu para compromissos de campanha em Holambra e Jaguariúna, na Região Metropolitana de Campinas.





