Operação contra crimes ultraviolentos entre facções cumpre mandados em Americana e região
Ação do Ministério Público e do Gaeco investiga facções criminosas e cumpre mandados em cinco cidades
Uma operação contra o conflito entre facções criminosas e crimes ultraviolentos está em andamento nesta quinta-feira (29) em cidades da região.
Batizada de Operação Keravnos, a ação cumpre 25 mandados de busca e apreensão em Piracicaba, Limeira, Americana, Hortolândia e Rio Claro, com foco em integrantes de organizações criminosas investigadas por envolvimento em episódios de violência extrema.
A ofensiva é resultado de uma investigação conduzida pelo Ministério Público, por meio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), com apoio da Polícia Militar.
O trabalho apura a atuação de grupos ligados a disputas territoriais, confrontos armados e outros crimes de alto impacto registrados na região. Os mandados têm como objetivo localizar armas de fogo, drogas, munições, celulares e documentos que possam reforçar as provas já reunidas no inquérito.
Segundo o Ministério Público, a investigação identificou vínculos entre os alvos da operação e facções criminosas que atuam de forma articulada, alimentando ciclos de violência e confrontos armados.
As diligências seguem em andamento ao longo do dia. Um balanço oficial com informações sobre apreensões e eventuais prisões deve ser divulgado após a conclusão da operação.
Esta matéria foi útil para você?
Newsletter TODODIA
As mais lidas do dia, direto no seu e-mail. Grátis.
Veja também
PM prende homem após furto de Gol ‘bola’ perto de shopping em Sumaré
Policial militar de folga avistou o carro na região central; veículo foi localizado na saída para a Via Anhanguera
Homem com simulacro de arma é detido em UPA de Sumaré
Abordagem ocorreu após funcionários relatarem ameaças; objeto foi apreendido e o homem acabou liberado pela Polícia Civil
Júri absolve homem acusado de esfaquear vítima confundida com desafeto em Hortolândia
Jurados reconheceram a autoria e a materialidade das lesões, mas acolheram a tese de legítima defesa quase 11 anos após o ataque