O ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu licença da OAB-DF. Com isso, ele fica impedido de advogar. A entidade estudava suspender a carteira dele por pelo menos seis meses, depois que Janot revelou ter planejado assassinar o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal). Duas representações contra ele já tramitavam no conselho da ordem.
Em uma delas, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) dizia que o ex-procurador-geral provoca “asco” e deveria ser impedido de exercer a advocacia. Num adendo, o parlamentar pediu que ele passasse por exame psiquiátrico e toxicológico.
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (PMDB-DF), também apresentou requerimento defendendo que Janot fosse suspenso. No documento enviado à OAB, Janot afirma que foi informado das duas representações e que preferia ficar afastado até que elas fossem julgadas. Disse que, com isso, buscava evitar constrangimentos para a entidade.
MÔNICA BERGAMO
Esta matéria foi útil para você?
Newsletter TODODIA
As mais lidas do dia, direto no seu e-mail. Grátis.
Veja também
Tributos da gasolina são ‘zerados’ por 30 dias e subsídios a combustíveis, ampliados
Novas ações terão custo adicional de R$ 5,2 bilhões em 30 dias; medidas ocorrem a 16 dias do segundo turno das eleições
Redes sociais exibem anúncios eleitorais e recomendam vídeos de candidatos no dia da votação
Monitoramento do NetLab, da UFRJ, identificou irregularidades na Meta, no Kwai e no Google e recomendações no TikTok e no YouTube
Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) vão disputar o segundo turno
Petista e candidato do PL disputam a Presidência da República no segundo turno em 2026



