Câmara derruba veto do prefeito a sensores para diabéticos em Nova Odessa
Proposta prevê fornecimento de aparelhos para monitoramento contínuo da glicemia a pacientes do SUS; sessão também teve participação de deputado estadual eleito
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A Câmara Municipal de Nova Odessa derrubou o veto do prefeito a um projeto de lei que prevê o fornecimento de sensores para monitoramento contínuo da glicemia a pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde). De autoria do vereador André Faganello (Podemos), a proposta foi aprovada pelos parlamentares em 17 de agosto, mas recebeu veto do Executivo, que apontou inconstitucionalidade na medida.
O texto prevê a oferta do sensor FreeStyle Libre ou de equipamentos similares, que permitem acompanhar os níveis de glicose. Durante a sessão, Faganello defendeu a rejeição do veto e afirmou que a proposta pode beneficiar moradores do município. O vereador também citou uma iniciativa semelhante aprovada em Mauá e considerada constitucional pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.
A votação ocorreu na sessão ordinária de 13 de outubro, após a vereadora Priscila Peterlevitz (União Brasil) pedir vistas para analisar o projeto. Com a derrubada do veto, a proposta segue para as próximas etapas previstas na tramitação municipal.
Deputado estadual eleito agradece votação
A sessão também contou com a presença de Franco Sardelli (PL), eleito deputado estadual com 98.375 votos nas eleições deste ano. Em Nova Odessa, ele recebeu 2.356 votos e compareceu à Câmara para agradecer o apoio dos eleitores.
Sardelli afirmou que os vereadores do município poderão contar com seu apoio na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), independentemente do partido político.
Vereador de Americana fala sobre o Ribeirão Quilombo
O vereador de Americana Gualter Amado (PDT) também participou da sessão. Ele destacou a comissão que vai presidir, voltada ao acompanhamento das ações de desassoreamento do Ribeirão Quilombo.
Segundo Amado, o tema é relevante para Nova Odessa e outros municípios da região cortados pelo curso d’água, como Sumaré, Paulínia, Hortolândia e Campinas.
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