O Palmeiras deu início a negociações com líderes do elenco para um novo corte salarial em meio à crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Há dois meses, o clube acertou a redução de 25% do salário em carteira e adiamento do pagamento do direito de imagem.
Segundo apuração da reportagem, o clube vai tentar usar a mesma estratégia da primeira negociação, em que esclareceu aos jogadores a situação. A ideia é mostrar que a decisão será técnica, baseada em estudos financeiros do impacto da crise.
As negociações são comandadas por Anderson Barros, diretor de futebol, e Cícero Souza, gerente do departamento. Eles falam diretamente com o técnico Vanderlei Luxemburgo e os líderes do elenco. Um deles é Felipe Melo, capitão do time.
O corte nos dois primeiros meses de crise (maio e junho) incluiu também os dois dirigentes e o treinador do Palmeiras. Assim como os atletas, o corte foi de 25% do salário.
No caso dos jogadores, os direitos de imagens serão devolvidos no futuro. O primeiro mês será pago em parcelas, diluído durante o segundo semestre de 2020. Os valores do segundo mês relativos ao direito de imagem vão ser repassados no ano que vem.
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