A nova variante de Covid, chamada de Éris já se tornou predominante globalmente e recentemente foi registrada pela primeira vez no Brasil.
Denominada EG. 5 pelos cientistas, é uma subvariante da Ômicron que apresenta baixo risco de morte porém uma alta taxa de transmissão. Até o presente momento segundo informações da Sociedade Brasileira de Infectologia a nova variante não causa alterações na gravidade da doença em pessoas infectadas que estão com o esquema vacinal em dia.
A EG.5 possui uma mutação na proteína Spike, sugerindo escape imunológico de acordo com relatório da OMS, o que significa que a variante possui maior facilidade de driblar o sistema imunológico do que outras variantes já descobertas.
A OMS divulgou em nota que continua avaliando o impacto das variantes no desempenho da imunização e tornou a EG. 5 uma variante de interesse no início de agosto, mantendo sobre vigilância os números de infectados e de morte para avaliação da possibilidade de uma nova onda.
Em relação a sintomas, Éris apresenta um comportamento comum visto nas novas variantes tendo como principais sintomas a coriza, espirros, tosse seca, febre e dor de garganta.
A Rede TODODIA entrevistou o Dr. Arnaldo Gouveia, infectologista, sobre a nova variante e as possibilidades de perigo ao povo brasileiro.