Empresa envolvida em acidente com Boechat não podia transportar passageiros
A empresa RQ Serviços Aéreos Especializados Ltda, dona do helicóptero de matrícula PT-HPG, que caiu nesta segunda-feira (11) no acidente que matou o jornalista Ricardo Boechat, 66, não estava autorizada a fazer o serviço de táxi aéreo, ou seja, a transportar passageiros, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
A empresa estava certificada para prestar Serviços Aéreos Especializados (SAE), que incluem aerofotografia, aeroreportagem e aerofilmagem.
“Qualquer outra atividade remunerada fora das mencionadas não poderia ser prestada. Tendo em vista essas informações, a Anac abriu procedimento administrativo para apurar o tipo de transporte que estava sendo realizado no momento do acidente”, afirmou a Anac, em nota.
A agência informou que o helicóptero estava em situação regular, com “Certificado de Aeronavegabilidade (CA) válido até maio de 2023, e a Inspeção Anual de Manutenção (IAM) em dia até maio de 2019”.
A aeronave, da fabricante Bell Helicopter, era pilotada por Ronaldo Quatrucci, que também morreu no acidente. Segundo a Anac, as licenças e habilitações do piloto estavam válidas.
Esta matéria foi útil para você?
Newsletter TODODIA
As mais lidas do dia, direto no seu e-mail. Grátis.
Veja também
Sancionada a lei que perdoa dívidas de MEIs e eleva faturamento máximo para R$ 140 mil em 2028
Medida sancionada pelo governo federal prevê benefício para milhões de empreendedores, permite contratar até dois funcionários e começa a valer em janeiro de 2027
Justiça torna 12 integrantes da Voepass réus por queda de avião que matou 62 pessoas em Vinhedo
Entre os acusados estão diretores e integrantes da alta administração; denúncia aponta falhas de manutenção e decisões que teriam priorizado economia de recursos
Mega-Sena acumula e prêmio estimado chega a R$ 200 milhões no concurso 3073
Sem acertador na faixa principal, a premiação da loteria da Caixa se acumula para o sorteio desta quinta-feira