
Ele enfrentava problemas de saúde nos últimos anos após sofrer um AVC (Acidente Vascular Cerebral). Segundo o comunicado de seus três filhos, ele morreu pacificamente, cercado de familiares.
Alain Delon iniciou o tratamento na Suíça, onde tinha cidadania e morava. Mas decidiu, posteriormente, mudar-se para a propriedade em Douchy-Montcorbon, no Vale do Loire, mas raramente saía de casa. Em 2022, ele chegou a revelar o desejo de cometer suicídio assistido na Suíça, onde a prática é permitida.
Sendo uma referência do cinema francês, Delon é descrito por especialistas e artistas como um “gigante da cultura francesa”. Com isso, o ator usurpou os corações de milhões de fãs com suas interpretações icônicas de assassinos, bandidos e matadores de aluguel no auge do pós-guerra.
Delon atuou em filmes como O Sol por Testemunha, Rocco e Seus Irmãos e O Leopardo. Apesar do sucesso em seu país, ele nunca alcançou o mesmo nível de fama em Hollywood.
O patrimônio de Alain Delon é estimado em 300 milhões de euros, de acordo com diferentes meios de comunicação.

Nas redes sociais, o presidente da França, Emmanuel Macron, lamentou a morte de Delon:
“Alain Delon interpretou papéis lendários e fez o mundo sonhar. Emprestando seu rosto inesquecível para sacudir nossas vidas. Melancólico, popular, reservado, ele era mais do que uma estrela: era um monumento francês”, postou Macron no X (antigo Twitter).





