Tribunal de Contas do Estado considerou ilegal contrato com a Associação Plural por incompatibilidade de preços; OS prestou serviços médicos ao Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi
O TCE (Tribunal de Contas do Estado) julgou irregular um contrato assinado em 2015 entre a Fusame (Fundação de Saúde do Município de Americana) e a Associação Plural, que passou a prestar, na época, serviços médicos ao Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi.
Segundo os técnicos do tribunal, o contrato, orçado em R$ 10.449.872,60, apresentou inadequação dos valores estimados e incompatibilidade dos preços orçados com os praticados no mercado, na época.
O resultado foi encaminhado pelo Ministério Público do Estado de São Paulo para a Comissão de Educação, Saúde e Promoção Social da Câmara de Americana, onde será analisado.
O caso é mais uma polêmica envolvendo a prefeitura e a Plural, que se arrasta desde o ano de 2016, quando o então prefeito Omar Najar (MDB) rescindiu o contrato, alegando problemas no atendimento da população.
“Eles se mostraram incompetentes. Esses problemas do contrato devem ser cobrados de quem estava à frente da Fusame na época”, criticou o ex-prefeito Omar Najar, na tarde desta quarta-feira (16).
Procurada pela reportagem, a assessoria da Fusame não comentou os apontamentos do TCE ao contrato até o final da noite de ontem. O TODODIA não conseguiu contato com representantes da Associação Plural ontem.





