Um dos acusados pelo homicídio de Nilton Aparecido de Maria mora em Sumaré
O assassinato do sindicalista Nilton Aparecido de Maria, que presidia o Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Campinas e Região, foi solicitado a um preço de R$ 5 mil e são sete os envolvidos, segundo a Polícia Civil.
Maria foi morto com um tiro na nuca em 26 de janeiro, na frente da residência dele, em Campinas. A motivação do crime, conforme a polícia, foi a competição entre sindicalistas por postos e funções dentro da direção do sindicato. Um dos acusados mora em Sumaré e seis são de Campinas.
Policiais da DHPP (Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa) apuraram que o crime teve o envolvimento de sete pessoas. O grupo já foi identificado pela delegacia especializada. As funções de cada um na organização eram bem definidas.
Eram dois mandantes, uma pessoa que contratou quem puxou o gatilho, o responsável direto pelo assassinato (que está foragido), um “funcionário de apoio” e uma dupla que ateou fogo no carro utilizado durante a execução.
Os pagamentos foram feitos de todos os modos: transações bancárias, entre PIX e saques nas contas dos envolvidos, e quantias entregues pessoalmente.
Um dos mandantes, segundo a polícia, era ligado à chapa de oposição a Maria e o outro pertencia ao grupo do sindicalista.
A Polícia Civil solicitou a prisão preventiva de três dos envolvidos no assassinato, uma vez que dificultaram as investigações sem dar esclarecimentos do caso. Já os demais suspeitos, auxiliaram a polícia no curso do inquérito.





