
Dois pacientes diagnosticados com a bactéria KPC morreram durante o período do surto na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) Adulto do Hospital Mário Gatti, em Campinas. De acordo com a Rede Mário Gatti, as mortes não tiveram relação com a infecção, e sim com outros problemas de saúde que levaram os pacientes à UTI antes da contaminação pela bactéria.
Atualmente, oito pacientes seguem com a bactéria na unidade. Um deles, que estava isolado em enfermaria, precisou ser transferido novamente para a UTI.
Reforma busca ampliar controle da infecção
A UTI Adulto passa por obras para reforçar o controle epidemiológico. A intervenção está na segunda fase. Um setor com sete leitos já foi reformado, e os trabalhos agora ocorrem em outra ala, com 13 leitos.
A reestruturação faz parte das medidas adotadas após a identificação do surto, com foco na contenção da disseminação da bactéria dentro do ambiente hospitalar.
Retomada de internações depende de conclusão das obras
Após a conclusão desta etapa, os pacientes que estão na UTI contingencial devem ser transferidos novamente para a UTI Adulto. Os casos com KPC permanecerão em leitos isolados.
A partir daí a unidade deverá voltar a receber novos pacientes.
A previsão é de que o funcionamento seja normalizado em um prazo de 30 dias, contado desde 14 de março, quando teve início a reforma.





