
As mudanças climáticas afetam tanto as pessoas quanto os animais. Por isso, os donos devem sempre estar atentos aos sinais de que os pets estejam sendo prejudicados pelo clima. Durante o período quente e seco, muitos animais podem sofrer com problemas respiratórios e estresse térmico.
A médica veterinária Larissa Carneiro, em entrevista à TV TODODIA, apontou: “O tutor deve sempre estar atento à secreção ocular, secreção nasal, tosse e falta de ar” e também indicou que os animais sejam sempre colocados em ambiente fresco, com água à vontade, realizar os passeios antes das 8h da manhã e após as 18h da tarde, e oferecer alimentos mais úmidos e frescos, como sachês e frutas.
Larissa ainda indica para os dias mais quentes uma espécie de sorvetinho para os animais, usando sachês próprios ou frutas diluídas em água, levando ao congelador e oferecendo como petisco refrescante.
A tosa também é uma opção válida para refrescar, mas deve ser realizada com cuidado, já que algumas raças com pelos longos já desenvolveram adaptações ao clima quente e a retirada excessiva dos pelos pode afetar os mecanismos naturais de regulação térmica.
Se o animal apresentar sintomas de mal-estar, dificuldade respiratória ou vermelhidão excessiva nas mucosas, é fundamental buscar atendimento veterinário.