Quinta, 26 Mai 2022

Estudo mostra que RMC ocupa 2º lugar no ranking de consumo no Estado

Estudo mostra que RMC ocupa 2º lugar no ranking de consumo no Estado

A RMC (Região Metropolitana de Campinas), de acordo com os dados da iPC Marketing Editora, é responsável, atualmente, por 2,18% de todo o consumo bras
A RMC (Região Metropolitana de Campinas), de acordo com os dados da iPC Marketing Editora, é responsável, atualmente, por 2,18% de todo o consumo brasileiro e movimentou pouco mais de R$ 97 bilhões, em 2018.

Com isso, a RMC ocupa o 2º lugar do Estado no ranking do potencial de consumo.

Responsáveis por 15,04% do consumo nacional e por 53,4% do consumo do Estado, as cidades do Interior de São Paulo têm se tornado cada vez mais atrativas para diferentes setores da economia.

Dados sobre o potencial de consumo também apontam o início da saída da recessão para um patamar de crescimento econômico contínuo.

A análise é feita por Marcos Pazzini, diretor da iPC Marketing Editora, empresa especializada no detalhamento do potencial de consumo dos municípios.

Segundo Pazzini, com o consumo de itens para a manutenção do lar, alimentação (no domicílio e fora dele), medicamentos (e outras despesas com saúde) educação, transporte, vestuário, entre outras despesas, em 2018, o Interior de São Paulo movimentou R$ 654,5 bilhões.

"Em relação ao Estado de SP, a participação (da RMC) no Estado é de 7,9%, atrás apenas da RM (Região Metropolitana) de São Paulo, que está na 1ª posição e já foi, durante muito tempo, o maior mercado consumidor brasileiro. Portanto, a RMC ocupa posição de destaque tanto no cenário nacional como no cenário estadual", explica o especialista.

"A posição de destaque da RMC no cenário de consumo, com certeza, atrai empresas de todos os setores, interessadas em atuar no segundo maior mercado consumidor do Estado", afirma Pazzini.

O diretor da iPC informa ainda que, de 2016 para 2017, o crescimento do potencial de consumo nacional foi de 1,1%.

"Portanto, tivemos dois anos seguidos de crescimento, o que indica que estamos saindo da recessão para um patamar de crescimento contínuo. Ainda estamos trabalhando nos números de 2019, mas as estimativas são de crescimento maior do que as de 2017 e 2018", adianta o especialista.

 
 
 

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