Domingo, 17 Outubro 2021

Igrejas precisam limitar ocupação em 30%

Igrejas precisam limitar ocupação em 30%

Com o início da fase vermelha em todo o estado a partir de hoje, igrejas e templos de todas as religiões devem adotar uma série de protocolos para pod

Com o início da fase vermelha em todo o estado a partir de hoje, igrejas e templos de todas as religiões devem adotar uma série de protocolos para poder continuar realizando celebrações presenciais. Esse será o primeiro final de semana desde que a atividade religiosa foi decretada como essencial. Também por isso, as dioceses da região têm emitido comunicados aos padres reforçando as recomendações do estado para a realização das missas.

Na última segunda, o governador João Doria (PSDB) assinou o decreto que transforma a atividade religiosa em essencial e, com isso, ela pode continuar ocorrendo mesmo na fase mais restritiva do Plano São Paulo.

No anúncio, o governador foi questionado sobre essa liberação em meio ao fechamento de vários setores, mas argumentou que, seguindo os protocolos, o risco de proliferação do vírus nos templos é reduzido e que a atividade religiosa é importante neste momento para dar esperança às pessoas.

Conforme normas do estado, as igrejas deverão limitar o nível de ocupação em 30% da capacidade do local, medir a temperatura dos frequentadores na entrada, fornecer álcool em gel, uso de máscara durante toda a celebração (incluindo o celebrante, leitores e eventuais músicos), distanciamento de 1,5 metro entre os fiéis, público somente sentado, garantir ventilação adequada do templo, evitar toque e compartilhamento de objetos em rituais e diminuir o número de músicos nos coros.

Outra recomendação, diante do toque de restrição às 20h, é para que as atividades terminem antes deste horário para que os fiéis tenham tempo de chegar a suas casas.

Todas essas recomendações constam nos materiais de divulgação do governo do estado, mas também foram encaminhadas em formato de carta a todos os párocos da Diocese de Limeira, que inclui Americana e Nova Odessa, pelo bispo diocesano Dom José Roberto Fortes Palau, que finaliza o documento citando que o momento da pandemia é grave.

 

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