Construído pela concessionária Rumo Logística, o novo viaduto sobre a linha férrea entre a Vila São Francisco e a Vila Real, na região central de Hortolândia, foi parcialmente liberado para o tráfego de veículos na manhã desta terça-feira (10), antes mesmo da sua inauguração oficial. Assim, motoristas que trafegam no sentido Hortolândia-Sumaré, entre as avenidas Santana e São Francisco de Assis, em direção à Avenida Thereza Ana Cecon Breda e à Rodovia Anhanguera, já podem utilizar a nova rota.
A liberação do tráfego na manhã de terça-feira teve apoio de agentes de Trânsito da Secretaria de Mobilidade Urbana da Prefeitura. A ação foi necessária para a continuação das obras na pavimentação da nova rotatória de acesso ao dispositivo, também realizadas pela Rumo Logística.

Por sua vez, a Prefeitura deu início aos bloqueios e desvios no tráfego na região, que visam garantir a segurança de motoristas e pedestres durante o período do serviço – que deve durar aproximadamente 40 dias, dependendo das condições climáticas. Neste período, quem passa pela área deve redobrar a atenção e obedecer rigorosamente a sinalização permanente e provisória de trânsito.
Saiba quais são os desvios adotados
De acordo com a Secretaria de Mobilidade Urbana, durante esta fase final de adequações no entorno da obra principal, quem trafega pelas regiões do Vila Real, Jardim Amanda e Parque Ortolândia, bem como aqueles que usam as avenidas São Francisco de Assis e Santana para chegarem ao centro da cidade, devem ficar atentos às rotas alternativas.
Para quem vem da região do Jardim Amanda e Parque Ortolândia e pretende chegar ao Centro, os motoristas devem utilizar a avenida Olívio Franceschini (do Corredor Metropolitano) e a Avenida Nelson Pereira Bueno.
Caso pretenda seguir em direção à Vila Real, Sumaré ou Honda, por exemplo, será possível seguir em frente trafegando sobre o novo viaduto.
Já quem vem da região do Vila Real e Vila Real Continuação e pretende ir ao Centro ou seguir sentido Jardim Amanda e Parque Ortolândia, deve utilizar a Avenida Thereza Ana Cecon Breda e a Avenida Anhanguera para chegar ao seu destino.
Para moradores das ruas Rosa Maestrelo e João Gomes, além de frequentadores da UBS (Unidade Básica de Saúde) Dom Bruno Gamberini, o acesso deve ser feito pela Avenida Amélia Basso Breda.
E para todos que pretendem ir aos comércios da Rua Argolino de Moraes, a via não será totalmente fechada, sendo possível o acesso local em toda a extensão.
Saiba mais sobre a obra
De acordo com a concessionária Rumo, o novo pontilhão conta com 385 metros de extensão total e largura de 21 metros, com quatro pistas – duas em cada sentido. Apenas de vãos livres, são 240 metros de extensão no total.
Nas extremidades, há um passeio (calçada) simples de um lado, e um passeio com ciclovia do outro.
O investimento total é de aproximadamente R$ 60 milhões. A obra faz parte do caderno de renovação da Malha Paulista e, segundo a concessionária, é essencial para a segurança e a melhoria da mobilidade na região, eliminando os riscos de acidentes que ocorriam na passagem em nível sobre os trilhos.
Segundo a Secretaria de Mobilidade Urbana, antes da construção do viaduto, a área recebia o fluxo de 11 mil veículos por dia, nos dois sentidos, totalizando 22 mil. Após a obra, a expectativa é receber um fluxo de 30 mil veículos por dia.
Para motoristas e pedestres, o importante é o fim de décadas de congestionamentos no ponto em que se atravessava a linha férrea que corta a região central da cidade, que aconteciam sempre que passava uma composição.





