Quinta, 26 Mai 2022

Redes sociais impulsionam vendas

Redes sociais impulsionam vendas

A Internet é uma opção para gerar renda e vendas. Com criatividade e um bom produto a oferecer, profissionais estão empreendendo com sucesso nas redes
A Internet é uma opção para gerar renda e vendas. Com criatividade e um bom produto a oferecer, profissionais estão empreendendo com sucesso nas redes sociais. Em Americana, perfis do Instagram destacam o forte crescimento nas vendas online. Para entender como o compartilhamento de fotos e vídeos virou negócio, o TODODIA conversou com as responsáveis pelas marcas Mille Cuca, Carol M e VMM Shirts.

Na era digital, o produtor conversa diretamente com o consumidor final. E é assim que se descobre quem está por trás da Mille Cuca. O perfil tem 16 mil seguidores e apresenta a seguinte descrição na rede social: "Cookies feitos com a mais sincera intenção para criar momentos de alegria".

A fundadora da loja virtual, Jamile Peixoto, conta que a ideia de fazer os biscoitos e vender pela Internet surgiu assim que terminou o curso técnico de Nutrição.

Três vezes por semana, Mille prepara os cookies e os embala em caixinhas que seguem para Americana, Santa Bárbara d'Oeste, Nova Odessa, Limeira, Sumaré, Campinas, Araras e São Paulo.

O modelo do negócio é familiar. Enquanto a empreendedora prepara os biscoitos, os pais e irmão cuidam dos pedidos, das entregas e das publicações na Internet. "O investimento que mais tem valor é a dedicação diária para fazer o negócio dar certo", declara Mille.

Formada em Moda, Rosah Passos trabalha há dez anos nos segmentos têxtil e de moda. Ela é proprietária de duas marcas: VMM Shirts (abreviatura para Vozes em Minha Mente) e VMM Sports. Com loja física em Americana, Rosah também usa as redes sociais para expandir os negócios. "O celular é um instrumento poderoso. Todo mundo está conectado, o tempo inteiro, por isso é mais fácil que os clientes cheguem até mim", revela.

Com publicações patrocinadas, que variam entre R$30 e R$70, Rosah conta que o investimento impulsiona as vendas em um raio de até 25 quilômetros. "A partir do que veem, muitas pessoas fecham comigo. Gente que não conhecia meu trabalho, mas descobriu minhas produções através de um post. A dinâmica mudou", destaca.

Os clientes são de Americana e região, mas os produtos - camisetas e roupas esportivas - são enviados para todo o Brasil. "O CEP mais distante que despachei encomenda foi para João Pessoa, na Paraíba", afirma.

Rosah comenta que, geralmente, nas segundas e terças-feiras, a loja tem pouca movimentação. Mas, se ela divulgar alguma novidade nas redes socais, é certeza que os clientes vão logo atrás. "Primeiro eu posto no Instagram, depois, alguém tira uma dúvida pelo WhatsApp ou Direct. Em seguida, o interessado aparece na loja", explica.

RECOMEÇAR
"Eu criei a minha marca a partir do Instagram", revela Carolina Mayumi. De Americana, a arquiteta precisou se reinventar após a demissão do emprego. Por conta de uma ocasião especial, ela personalizou uma bolsa e publicou uma foto.

O acessório fez tanto sucesso que Carol enxergou a possibilidade de comercializar bolsas de palha e chapéus personalizados. O trabalho começou há dois anos e a empreendedora diz que se sente muito mais realizada agora.

Proprietária da Carol M., ela dialoga com fornecedores, personaliza acessórios, recebe clientes, negocia vendas, despacha encomendas. "E ainda faço pós-atendimento. Adoro receber fotos das pessoas usando meus produtos. Meus clientes são meus principais influenciadores", completa. Com uma loja online, Carol gera empregos indiretamente ao encomendar peças de artesãos de vários cantos do Brasil.

Mesmo com a produção artesanal, que leva mais tempo para concluir o trabalho, Carol afirma que chega a vender 30 peças por mês, o que equivale a um acessório por dia.

No Instagram, as vendas são resultado de engajamento orgânico, ou seja, sem nenhum recurso financeiro para impulsionamento. "Também faço parcerias com blogueiras para divulgação, desde que elas tenham identificação com a marca", assegura.

Apesar de ser entusiasta das mídias sociais, Carolina diz que não vê a hora de comprar o TODODIA para encontrar o próprio nome no jornal. "Quero ir até a banca para comprar vários exemplares, distribuir para familiares e guardar de recordação", afirma.

 
 
 

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