domingo, 6 abril 2025
RAIVA

Santa Bárbara segue com aplicação de vacinação antirrábica para cães e gatos

A iniciativa acontece no bairro São Joaquim e solicita agendamento prévio através do telefone (19) 3454-4020
Por
João Victor Viana
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

O DVZ (Departamento de Vigilância em Zoonoses), da Secretaria de Saúde da Prefeitura de Santa Bárbara d’Oeste, continua promovendo a vacinação antirrábica para cães e gatos do município. A iniciativa acontece no bairro São Joaquim e solicita agendamento prévio.

O agendamento é feito pelo telefone (19) 3454-4020, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h. As aplicações ocorrem na Estrada da Cachoeira, 1.365, no São Joaquim.
A campanha está sendo realizada desde o início do ano, já foram aplicadas 530 doses, em 391 em cães e 139 em gatos. Durante todo o ano de 2022, a vacina foi aplicada em 1.304 animais, divididos em 931 cães e 403 gatos.

Segundo orientação do Setor de Controle e Bem Estar Animal, vinculado ao DVZ, todos os cães e gatos acima de três meses sadios, devem ser vacinados anualmente. Essa é a forma mais eficaz de controlar a raiva nos cães e gatos e, por consequência, na população humana.

O que é a raiva?

Causada por um vírus, a raiva é uma doença de caráter infeccioso, que compromete gravemente o sistema nervoso central, tendo uma taxa alta de letalidade.

O vírus é encontrado na saliva dos animais infectados e é transmitido por meio de mordedura, arranhadura e lambedura.

Ultimamente, os casos relacionados com a doença tem sido, na maioria das vezes, com morcegos, que podem ser encontrados no solo, caídos, pendurados em paredes, ou caçados, principalmente pelos felinos.

A Prefeitura ressalta que nunca se deve manipular morcegos, principalmente os caídos no solo. Em casos de humanos que entraram em contato com morcegos, a orientação é procurar atendimento médico o mais rápido possível. Para os animais, o procedimento é receber uma dose de reforço da vacina antirrábica.

Sempre que encontrar morcegos no solo, é preciso ligar para o Departamento de Vigilância em Zoonoses, que realizará o recolhimento e envio para análise.

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