Sábado, 28 Mai 2022

Sumaré tem duas regiões sob riscos de epidemia de dengue

Sumaré tem duas regiões sob riscos de epidemia de dengue

Uma avaliação feita pela Prefeitura de Sumaré em outubro aponta que a cidade entrou em "estado de atenção" e que duas regiões do município, em especia
Uma avaliação feita pela Prefeitura de Sumaré em outubro aponta que a cidade entrou em "estado de atenção" e que duas regiões do município, em especial, correm "alto risco de epidemia" de dengue.

Os bairros que ficam na Área Cura e no Matão, justamente as áreas mais populosas da cidade, apresentaram índices de 5,0% e 4,3%, respectivamente, na Avaliação de Densidade Larvária (que aponta a presença de larvas e criadouros do mosquito Aedes aegypti). O Ministério da Saúde indica como satisfatórios resultados menores que 1%. Em 2018, Sumaré registrou 33 casos de dengue.

De acordo com a prefeitura, a Avaliação de Densidade Larvária é realizada quatro vezes ao ano, em janeiro, abril, julho e outubro.

O resultado das pesquisa s contribuem para a intensificação das ações de combate à dengue ao longo do ano, priorizando esforços nas regiões com maior risco.

Em julho, o índice de infestação registrado na cidade foi de 0,7% nos imóveis de Sumaré - ou seja, dentro do recomendado pelo Ministério da Saúde, que é de até 1%. Agora em outubro, porém, o índice geral na cidade atingiu 3,5%, considerado "estado de atenção".

Nas regiões da Área Cura e do Matão os resultados superaram a casa de 3,9%, o que já indica "alto risco de epidemia", segundo a Saúde.

De acordo com a prefeitura, a Vigilância em Saúde coletou dados em todas as regiões da cidade. Ao todo, foram vistoriados 4.022 imóveis e em 140 deles foram encontradas larvas do mosquito transmissor.

REGIÕES COMPLICADAS
O "Índice de Breteau" é o indicador usado nas Avaliações de Densidade Larvária. Resultados menores que 1,0% são considerados satisfatórios. De 1,1% a 3,8% significa "estado de atenção" e acima de 3,9%, "alto risco" de epidemia.

Segundo a Prefeitura, as regiões em estado de atenção são Centro (2,2%), João Paulo/Picerno, Altos de Sumaré, Virgínio Basso, São Domingos, Paulistano e Villa Flora (3,0%), Nova Veneza e Dall'Orto (3,1%) e Maria Antonia (3,3%). Matão (4,3%) e Área Cura (5,0%), o que indica o risco de epidemia. A média geral de Sumaré no levantamento de outubro é de 3,5.

 
 
 

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