quinta-feira, 15 janeiro 2026
SEGURANÇA PÚBLICA

Vice-diretor é exonerado após prisão por suspeita de estupro de vulnerável em Americana

Preso desde dezembro de 2025, ex-vice-diretor é investigado por estupro de vulnerável e foi desligado do quadro da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
Por
Felipe Gomes
Preso desde dezembro de 2025, ex-vice-diretor é investigado por estupro de vulnerável e foi desligado do quadro da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Foto: Reprodução/ Google Maps

O vice-diretor Paulo Cordaço, de 43 anos, da Escola Estadual Professora Dilecta Ceneviva Martinelli, localizada no bairro Cidade Jardim 2, em Americana, foi exonerado do cargo, após ser preso por estupro de vulneravel. A informação foi confirmada nesta quinta-feira (15) pela Seduc-SP (Secretaria da Educação do Estado de São Paulo).

Em nota encaminhada à reportagem, a Secretaria informou que o docente foi demitido e não faz mais parte do quadro funcional da Seduc-SP. A Pasta afirmou ainda que repudia veementemente todo e qualquer tipo de violência sexual, dentro ou fora do ambiente escolar, e que permanece à disposição das autoridades policiais, colaborando com as investigações.

Segundo a Seduc-SP, o estudante envolvido no caso está recebendo acompanhamento de profissionais do programa Psicólogos nas Escolas e do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva SP).

Relembre o caso
De acordo com o boletim de ocorrência, Paulo foi localizado em um apartamento no bairro Machadinho, em Americana, após denúncia. Durante a abordagem, os policiais constataram que ele estava sendo procurado pela Justiça, após a expedição de um mandado de prisão pela 1ª Vara Criminal do município, emitido ainda naquele dia.

Preso desde dezembro de 2025, o ex-vice-diretor é suspeito de ter exposto as partes íntimas a um estudante e de tentar imobilizá-lo à força. Segundo a Polícia Civil, o suspeito não portava materiais ilícitos no momento da detenção, mas um telefone celular que estava com ele foi apreendido para análise.

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) foi procurado pela reportagem para informar sobre possíveis desdobramentos do caso. Em resposta, o órgão informou que processos envolvendo violência sexual tramitam sob segredo de justiça e que, por esse motivo, as informações e documentos dos autos são de acesso restrito às partes e aos advogados, não havendo dados disponíveis para divulgação.

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