sexta-feira, 27 março 2026

Elenco de ‘Pantanal’ comenta sobre reta final da novela

 Último capítulo vai ao ar nesta sexta-feira (7) e o clima é de festa e despedida, gravações já se encerraram

VÉIO DO RIO | O ator Osmar Prado, que interpreta o “véio” (Foto: Reprodução Twitter)

“Pantanal” chega ao fim na próxima sexta-feira (7), e as gravações já se encerraram na semana passada. Entre os atores, o clima é de festa e despedida.

“Criamos um clima gostoso entre elenco, equipe, direção e acho que isso transpareceu para a tela. O sentimento agora é que o coração está doendo”, diz Guito, que interpreta Tibério. “Está parecendo formatura do terceiro ano, quando a gente começa a assinar as camisas. Mas também dá um alívio de dever cumprido, de ter entregado uma boa história, bonita”.

Camila Morgado, que interpreta Irma, conta que já trabalhou em várias produções da Globo e considera esse entrosamento raro: “O que aconteceu em ‘Pantanal’, que é muito legal e muito raro, é que equipe e elenco se dão muito bem, a gente se gosta, a gente quer estar junto, a gente se pertence, todo mundo se sente pertencido. Isso é raro, a gente conta nos dedos os trabalhos que ficam em um lugar muito especial”.

Já Bella Campos, a Muda, fala sobre a relação com os telespectadores: “Foi lindo ver a generosidade do público com a gente. Nós nos sentimos todos parte da mesma família, a família Leôncio. Eu percebo isso quando as pessoas vêm me falar da novela e eu acho que é por isso, porque é uma trama acolhedora. Eu vejo que as pessoas têm essa sensação de pertencimento à cozinha da Filó, às rodas de viola. De alguma forma, parecia que o público estava sempre ali com a gente e isso foi muito gostoso”.

Marcos Palmeira, que interpretou Tadeu na primeira versão e agora voltou como Zé Leôncio, reflete: “Eu sinto que o dever está cumprido e fico muito honrado por ter vivido esse momento único. Na minha idade, lembrar do tempo, da outra novela, representar esse papel que fez tanto sucesso com Claudio Marzo, um grande amigo… Tudo isso é especial. A gente pode acreditar na dramaturgia de verdade”. disse.

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