O evento gratuito, que vai até o domingo, reúne nomes como Sueli Carneiro, Noemi Jaffe, Betty Fuks, Lira Neto e Nilton Bonder para falar da contemporaneidade brasileira
O Museu Judaico de São Paulo inaugura nesta quinta-feira (6) a primeira edição do FliMUJ (Festival Literário do Museu Judaico de São Paulo), seu festival literário.
O evento gratuito, que vai até o domingo, reúne nomes como Sueli Carneiro, Noemi Jaffe, Betty Fuks, Lira Neto e Nilton Bonder para falar da contemporaneidade brasileira. Estará presente, também, a escritora israelense Ayelet Gundar- -Goshen (“Despertar os Leões”).A curadoria é das jornalistas Fernanda Diamant e Bianca Santana.
O museu foi fundado em 2021 no centro de São Paulo, nas instalações da antiga sinagoga Beth-El –construída entre 1927 e 1932 em estilo bizantino. Além da arquitetura, essa nova instituição cultural paulistana se destaca por uma de suas alas, que tem enfoque na história da imigração judaica para o Brasil. O evento é um passo para inserir o museu no calendário e no debate público da cidade.
Esse pano de fundo se traduz nos temas do festival, que costuram a identidade judaica com o tecido social brasileiro. Durante os três dias de evento, autores judeus e não judeus vão discutir temas como literatura, culturas indígenas, negritude e democracia. É simbólico que o evento seja realizado entre duas datas-chave do calendário judaico: Yom Kippur (o dia do perdão) e Succot (a festa das cabanas).





