Na tarde da última terça-feira (14), o vice-presidente de futebol do Rio Branco, Éder Duarte, e o advogado do clube, Cláudio Bonaldo, participaram de um encontro com o prefeito de Americana, Omar Najar. De acordo com nota da assessoria do Tigre, a motivação da reunião foi uma aproximação entre clube e poder público.
Éder Duarte apresentou os principais objetivos da visita à Prefeitura. “Em nenhum momento fomos pedir dinheiro, até porque dinheiro público é coisa séria e não pode ser utilizado dessa forma. O Omar e o pai dele foram os meus primeiros patrões, sempre tive um bom relacionamento com ele, e fui apresentar essa nova diretoria que formamos”, afirmou.
“O prefeito, realmente, não pode colocar dinheiro público no clube, eu sei muito bem disso, mas existem outras formas de ajudar. Ele tem um cargo que pode abrir portas importantes para a gente no meio empresarial e na possibilidade de alguns apoios, o que vai ser fundamental para nós”, continuou.
O dirigente do Tigre enfatiza que o clube também está à disposição do Município. “Não é porque foi desfeito o comodato do Décio Vitta há alguns anos significa que se fechou a porta para a Prefeitura ou vice-versa, inclusive, abrimos o estádio caso a cidade queira realizar algum tipo de evento de qualquer secretaria. É uma aproximação importante”, destacou.
O comunicado do clube referente à reunião de terça-feira enfatiza ainda que “o Rio Branco Esporte Clube preza pela importância do diálogo com seus parceiros para sua constante evolução e também por um bom relacionamento. Nossos votos para uma parceria saudável para o bem de Americana”, informa a nota.
TREINADOR
Em referência ao futebol do clube, Éder Duarte afirmou que as tratativas para a contratação de um técnico para as disputas do Campeonato Paulista da Segunda Divisão seguem sem uma definição. “Ainda não temos nada. Seguimos discutindo a respeito”, limitou-se a comentar.
O TODODIA entrou em contato com Max Sandro, ex-jogador do Tigre, que estava dirigindo a Chapecoense na Copa São Paulo de Futebol Júnior até a última terça-feira, quando a equipe foi eliminada pelo Grêmio. Ele confirmou à reportagem ter sido procurado por dirigentes do clube de Americana.
“Teve uma sondagem, mas nada de concreto, assim como deve haver outros nomes especulados”, revelou, sem entretanto se alongar no assunto. Zagueiro quando atleta, Max Sandro teve três passagens com a camisa do Tigre: entre 1998 e 1999, em 2001, e nos anos de 2004 e 2005.
OUTROS NOMES
Outros dois nomes comentados nos bastidores do Décio Vitta também atenderam ás ligações: Marcos Campagnollo e João Batista, porém, negaram ter recebido qualquer contato de diretores do clube para tratar desse assunto.
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