A FAM, Faculdade de Americana, realizou sua convenção anual reunindo professores e colaboradores administrativos para apresentar os números e os resultados do ano letivo anterior, além das projeções para o período atual. O encontro, realizado em um dos auditórios da instituição, marcou oficialmente a abertura do ano letivo.
Planejamento e abertura do ano letivo
Durante o evento, o diretor-geral da FAM, Gustavo Azzolini, destacou a importância do momento como espaço de diálogo e planejamento. Segundo ele, a convenção permite alinhar as ações que serão desenvolvidas ao longo do ano, discutir modelos de aprendizagem, conteúdos programáticos e reforçar o papel do professor em sala de aula, ressaltando o impacto que o educador pode ter na formação dos alunos.
Formação docente e inovação
A programação também contou com a palestra da professora e escritora Karina Tomelin, que abordou os desafios da docência em um cenário de rápidas transformações. Ela afirmou que ser professor hoje exige ressignificar o papel profissional, manter-se em constante aprendizado e utilizar novas metodologias, além de tecnologias e inteligência artificial, como ferramentas de apoio ao ensino.

Caminho para centro universitário
A diretora acadêmica da FAM, Célia Jussani, ressaltou a relevância da convenção para a implementação das ações previstas para 2026 e destacou o projeto de transformação da instituição em centro universitário. De acordo com ela, o processo representa um grande desafio e depende do envolvimento de toda a comunidade acadêmica, entre professores e colaboradores.
Sobre esse tema, a direção informou que o pedido de mudança de status já foi protocolado junto ao Ministério da Educação e que todos os requisitos exigidos foram atendidos. Uma auditoria técnica realizada no ano passado confirmou que a instituição reúne as condições necessárias para a transição, restando agora a análise documental e a publicação da portaria.
Ainda segundo a direção, a transformação em centro universitário deve ampliar a autonomia acadêmica da FAM, especialmente na abertura de novos cursos. A expectativa é que o novo status torne os processos mais ágeis e permita à instituição responder com maior rapidez às demandas do mercado de trabalho, beneficiando Americana e os municípios da região.





