sexta-feira, 27 março 2026
EM PRAÇA PÚBLICA

Polícia Civil investiga estupro de paciente mental em praça pública de Hortolândia

Homem teria se aproveitado de mulher com problemas mentais em praça do Jardim Santa Clara do Lago I
Por
Vagner Salustiano

A DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de Hortolândia apura possível estupro de vulnerável ocorrido à luz do dia, no final da manhã de quinta-feira (26), em praça na Rua Pedro Pereira dos Santos, Jardim Santa Clara do Lago I. O suspeito, homem de meia-idade, foi identificado, mas não havia sido localizado até a tarde de sexta-feira (27).

Vídeo mostra toda a ação
Câmeras de monitoramento de estabelecimento próximo registraram 6 minutos do crime. Às 11h16, o homem leva uma mulher de 54 anos, paciente da Saúde Mental conhecida na região, ao quiosque da praça. Eles se abraçam; testemunhas passam estranhando.

Vídeo de segurança mostra momento em que a vítima é derrubada pelo agressor, sob o quiosque da praça. Foto: Rádio Digital Pop

Um Grito feminino é ouvido. O agressor derruba a vítima no gramado, tira as roupas dela e as próprias, deitando-se sobre ela. Motoristas e pedestres, inclusive um homem com criança em carrinho, observam sem intervir inicialmente.

Após 3min30s, eles se levantam, ela nua. Mulheres se aproximam com um pedaço madeira, iniciando discussão; uma menciona que a vítima “tem problemas”. Um homem de camiseta branca chega; o suspeito foge pela grama, enquanto a vítima anda nua e desnorteada.

Intervenção e acionamento da GM
O grupo interventor seria de profissionais do Espaço Programa Viva Mais da Prefeitura, ao lado da praça. Eles dispersam; a GM (Guarda Municipal) é acionada pelo Departamento da Mulher para ocorrência de estupro.

Após o possível crime, grupo se aproximou e afastou agressor do local. Foto: Rádio Digital Pop

Medidas da Prefeitura
A gestão adotou providências via CRAM (Centro de Referência e Atendimento à Mulher), em articulação com autoridades. “O caso segue com responsabilidade, transparência e compromisso com a vítima”, diz nota oficial. Orienta evitar divulgação de imagens nas redes, pois compromete investigações e dificultou localização do suspeito.

Denuncie
Em casos de violência contra mulheres, meninas ou crianças, ligue 190 (PM, 24h) ou 180 (Central da Mulher, 24h).

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