
Policiais civis da Dise (Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes) de Americana prenderam um casal por tráfico de drogas na manhã de terça-feira, durante a Operação Salerno, em Sumaré. A ação resultou na apreensão de 16 tijolos de maconha prensada em um sobrado na Rua Maringá, no Parque Salerno, na região do Maria Antonia.
A investigação começou a partir de uma denúncia anônima, segundo a qual uma mulher estaria armazenando grande quantidade de entorpecentes para futura distribuição em pontos de venda de drogas do bairro. Em viaturas descaracterizadas, os policiais foram até o endereço indicado e perceberam movimentação no andar superior do imóvel.
Tentativa de fuga
Do portão, os agentes chamaram a mulher suspeita, uma comerciante de 26 anos, mas foram atendidos pelo companheiro dela, um ajudante de 32 anos. Ao perceber que se tratava de investigadores da Polícia Civil, o homem tentou fugir para o interior da residência, mas foi abordado e contido.
Segundo a corporação, após ser informado sobre o motivo da ação, o suspeito confirmou que havia entorpecentes escondidos no imóvel e indicou onde a droga estava armazenada. A mulher citada na denúncia também estava no sobrado, teve a identidade confirmada e foi detida.

Drogas apreendidas
Durante as buscas, a equipe localizou os 16 tijolos de maconha prensada, de duas variedades diferentes, totalizando aproximadamente 15 quilos da droga. O valor estimado do entorpecente é de cerca de R$ 50 mil.
Também foram apreendidos os celulares do casal, que devem passar por perícia para tentar identificar outros envolvidos no esquema criminoso, principalmente possíveis fornecedores da droga.
Encaminhamento
Diante das evidências, das declarações e do material apreendido, os dois suspeitos receberam voz de prisão em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Os presos, a maconha e os aparelhos celulares foram levados para a sede da Dise de Americana.
Após o registro da ocorrência, os indiciados seriam submetidos a exames de corpo de delito e encaminhados às cadeias públicas de Sumaré e Monte Mor, onde aguardariam audiências de custódia no Fórum de Sumaré.





