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Polícia liga mais 2 presos a latrocínio em açougue

DIG prende ex-funcionário do estabelecimento mentor do crime e aponta outro encarcerado

Policiais da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) prenderam ontem (30) um homem de 22 anos apontado como autor intelectual do latrocínio (roubo seguido de morte) na Casa de Carnes Colina, em Americana, que terminou na morte da comerciante Giani Aparecida Molina de Lião, 54 anos, no último dia 13. O acusado, identificado como Maicon Rogério Alves, trabalhou por dois anos no açougue e tinha sido demitido há dois meses, após uma desavença que teve no local de trabalho. 

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Segundo a Polícia, Alves deu todas coordenadas para que Vinicius Pereira de Oliveira, 23 anos – preso dia 20 em Campinas e apontado como autor dos disparos que mataram Giani e feriram o marido dela, José Roberto de Lião – invadisse o estabelecimento comercial para o roubo. 

A Polícia de Americana identificou ainda um terceiro envolvido no latrocínio. Trata-se de Florisvaldo José Prock, 46 anos, que está preso desde o último dia 14, por tráfico de drogas. Juntamente com Oliveira, Prock é acusado de um roubo a residência ocorrido no último dia 10, em Bebedouro, a 260 quilômetros de Americana. Segundo a Polícia, a arma utilizada neste crime foi a mesma usada três dias depois no assalto no açougue. 

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A Polícia chegou aos outros dois acusados do latrocínio após investigar arquivos no celular de Oliveira, autor do disparo que matou Giani. 

A motocicleta que Oliveira usou para chegar e para fugir do comércio no Jardim Colina foi apreendida, nesta quarta-feira (30), com o ex-funcionário do açougue apontado como mentor. A arma do crime, que teria sido jogada em um rio, não foi localizada. 

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Em entrevista ontem, o delegado Luís Carlos Gazarini, titular da DIG de Americana, disse que o ex-funcionário não agiu por vingança aos patrões. A ação ocorreu por ganância, interesse financeiro, segundo a investigação. “O ex-funcionário sabia da movimentação do açougue aos domingos e o objetivo era o dinheiro, que ele acreditava ser por volta de R$ 6 mil”, disse o delegado. “Ele indicou o portão lateral por onde Vinicius deveria entrar e o alertou a manter as vítimas deitadas, pois tratava-se de lugar onde alguém poderia se armar com faca”, afirmou. 

Todos os acusados estão com prisão temporária decretada pela Justiça. 

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