quinta-feira, 1 janeiro 2026
AGRESSÕES

Violência doméstica marca início de 2026 com prisões em Santa Bárbara e Nova Odessa

Em um dos casos, vítima fraturou o punho após ser empurrada; no outro, agressor deu cabeçada na companheira
Por
Cristiani Azanha
Em Santa Bárbara, uma mulher fraturou o punho; caso foi apresentado na Delegacia. Foto: Arquivo/TV TODODIA

A madrugada de Ano Novo (1º) foi marcada pela violência doméstica na região, com dois casos registrados em Santa Bárbara d’Oeste e Nova Odessa. Duas mulheres, ambas de 47 anos, foram agredidas por seus companheiros durante as celebrações. Os dois agressores foram presos em flagrante.

Fratura após festa em Santa Bárbara

O primeiro caso ocorreu no Residencial São Joaquim, em Santa Bárbara d’Oeste. A GCM (Guarda Civil Municipal) foi acionada ao Pronto-Socorro Dr Edison Mano, onde uma mulher recebia atendimento com uma fratura no punho.

A vítima relatou que voltava de uma festa de Ano Novo com o companheiro, um jovem de 23 anos, quando iniciaram uma discussão na rua. O rapaz passou a agredi-la com socos e tentativas de enforcamento.

Em determinado momento, ele a empurrou. A mulher caiu sobre o braço, fraturando o osso do punho. Segundo o relato, o agressor ainda riu da situação enquanto ela estava caída.

Os guardas localizaram o homem em sua residência. Ele foi levado ao hospital para atendimento e, em seguida, autuado em flagrante por lesão corporal e violência doméstica.

Cabeçada e resistência em Nova Odessa

Em Nova Odessa, a Polícia Militar atendeu a uma ocorrência na Rua Antônio Turcato, no Jardim São Francisco. Um homem de 32 anos foi preso após agredir a esposa por ciúmes.

Segundo a corporação, o agressor desferiu uma cabeçada na vítima, tentou enforcá-la e a ameaçou de morte, colocando-a para fora de casa. Na chegada da Polícia Militar, o homem estava extremamente agressivo, resistiu à abordagem e ameaçou os agentes.

Ele foi detido e levado à Delegacia do Município, onde o flagrante foi registrado por lesão corporal, ameaça e resistência. O delegado destacou a necessidade da prisão para romper o ciclo de violência e proteger a integridade da vítima.

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