Quinta, 02 Dezembro 2021

Quadrilha gastou R$ 1 milhão para fazer roubo em Cumbica, diz Polícia

Quadrilha gastou R$ 1 milhão para fazer roubo em Cumbica, diz Polícia

O grupo que realizou o assalto ao terminal de cargas do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), na quinta-feira (25), que resultou no roubo de 720

O grupo que realizou o assalto ao terminal de cargas do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), na quinta-feira (25), que resultou no roubo de 720 quilos de ouro, gastou cerca de R$ 1 milhão para levar a cabo a ação cinematográfica. A estimativa é de investigadores da Polícia Civil que apuram o caso. Até a conclusão desta edição, porém, não havia informação de quem era o dono do ouro, que estava no aeroporto para ser transportado para os Estados Unidos e para a Suíça e tem valor estimado em R$ 120 milhões.

Se o assalto ao terminal de carga, às 14h30 de quinta, durou dois minutos e meio, a operação criminosa consumiu mais de 30 horas. Começou por volta das 8h da véspera, quando uma ambulância encardida atravessou a rota do aeroviário Peterson Patrício, 33, na rua Pacheco do Couto, minutos após ele sair de casa, na Vila Ester, zona leste da capital. Forçado a parar, Patrício viu um homem armado descer do veículo de emergência, andar até seu carro e retirar dele a mulher, Priscila, levada para a ambulância pelo bandido.

Em seu depoimento à polícia, relatado a jornalistas pelo delegado João Carlos Miguel Hueb, Patrício disse que o homem fez então uma intimação: “A gente já sabe sua função lá [no aeroporto], a gente está te rendendo por causa disso. Queremos que você nos leve até a carga de ouro, que a gente sabe que vai chegar, que vai ser entregue tal dia, tal hora”. A partir daí, com sua mulher levada para um local desconhecido e sob ameaça, o funcionário do terminal teria sido obrigado a realizar as tarefas que a quadrilha definiu, declarou a polícia.

Por volta das 16h da mesma quarta-feira, ele deveria esperar um novo contato em um ponto da avenida Jacu-Pêssego, também na zona leste da capital. Patrício disse em seu depoimento, tomado na madrugada desta sexta (26), que teve receio de represálias e, por isso, não chamou a polícia. Cumpriu as ordens e esperou por parte do bando na hora e no local marcados

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