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A paz boliviana

La Paz ganha ar cosmopolita sem perder tradições, nem preços baixos

Folhapress

Já na chegada à cidade de La Paz, a capital boliviana, o visitante sente um forte impacto, principalmente físico.

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Aterrissar no aeroporto de El Alto, localizado na cidade homônima que já foi um bairro “paceño” (de La Paz), localizado 4.061 metros acima do nível do mar, pode ser um desafio para quem não está acostumado à altitude. Os sintomas são dor de cabeça, enjoo, tontura e falta de ar.

 

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Uma alternativa para sentir menos os efeitos do “soroche” (conhecido como mal da montanha), embora mais trabalhosa, é ir de avião até Santa Cruz de la Sierra (a pouco mais de 400 metros de altitude) e subir a Cordilheira dos Andes de ônibus, em uma viagem que dura aproximadamente 18 horas.

El Alto está cerca de 400 metros acima de La Paz. O que se vê, a partir do aeroporto, é um vale dominado pela cor ocre das casas sem pintura e sem acabamento. Algumas das montanhas que o cercam são áridas, enquanto outras mantêm uma cobertura de neve.

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Esse quadro rendeu à capital boliviana um lugar entre as novas sete cidades maravilhosas do mundo – a lista foi produzida em 2014 pela fundação suíça New7Wonders.

Para ir ao centro da cidade, há duas opções: pegar um táxi (o valor é negociado sempre na hora, mas é comum que se feche em torno de 100 bolivianos ou R$ 58) ou usar uma das dez linhas de teleféricos que ligam a parte alta à baixa (a passagem custa 3 bolivianos ou R$ 1,70). É uma ótima forma de circular pela cidade e aproveitar a paisagem.

Para quem procura um destino barato, uma boa notícia: com preços baixos (não só nos transportes), La Paz é hoje a capital sul-americana mais em conta para turistas.

No centro, a praça Murillo é o marco zero para as distâncias registradas no país inteiro e é também morada do Palácio Quemado, sede do governo federal boliviano.

 

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Vagar pela região central pode ocupar um dia inteiro de viagem, mas, se o tempo estiver curto, concentre-se na Basílica de San Francisco, localizada na praça de mesmo nome, uma construção colonial de 1758, e no Museu da Coca (rua Linares, 906), que apresenta a história da planta a partir de dois pontos de vista -das tradições locais e do combate ao narcotráfico.

Para conhecer um pouco das tradições andinas, vale visitar a Feria de las Brujas (entre as ruas Melchor Jimenez e Linares), ainda no centro. No mercado a céu aberto, o visitante encontra lembrancinhas como cerâmicas de temática andina e roupas, além de folhas e chá de coca. Fetos de lhama, usados em ritos e “brujarias”, também ficam expostos.

Um traço marcante da cidade é o equilíbrio entre a manutenção de tradições e costumes indígenas (o país é uma República Plurinacional que reconhece 37 idiomas originários, além do espanhol) e as mudanças promovidas por uma economia que, na última década, avançou, em média, aproximadamente 5% ao ano. É um multiverso cultural!

 

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