O caso de denúncia do influenciador Felca trouxe novos debates sobre a questão da pedofilia e os perigos da internet para crianças e adolescentes. A TV TODODIA traz matérias sobre o assunto que auxiliam os pais nessa questão. A diretora executiva do Instituto Teckids, Karina Queiroz alerta sobre o uso da internet e como os responsáveis podem acompanhar os menores e orientá-los.
Acompanhar de perto
Ela recomenda que os pais estejam mais próximos das crianças e adolescentes quando estão na internet. “Dez minutos ao lado dos filhos já é o suficiente para entender o que estão vendo, com quem estão falando e a dinâmica do jogo”, alerta. “É importante conhecer a estrutura dos jogos, pois muitos trazem outros participantes que podem ser pedófilos e estarem alí com más intenções”, completou.
Controle parental
Há aplicativos da Google e da Meta, chamados de controle parental, que auxiliam os adultos a monitorarem o que os menores estão assistindo ou participando. Nesses aplicativos também há a possibilidade de saber o tempo que estão ficando conectados e que aplicativos estão utilizando com mais frequência. “Também é possível detectar alguma anomalia no celular dela, algo fora do comum”, destacou Karina.

Adultização e pedofilia: o que o município e a escola podem fazer – Todo Dia
Senado
Foi aprovado esta semana (28) no Senado Federal, o projeto 2628/20 22 que cria regras para a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais. A proposta prevê obrigações para as plataformas e controle de acesso por parte de pais e responsáveis, além de medidas para combater a chamada “adultização” de crianças nas redes sociais. O projeto segue para a sanção do presidente da República.
Os senadores também aprovaram um projeto de lei que acaba com a fiança para crimes relacionados à pedofilia. De acordo com o PL 5.490/2023, a fiança não será possível para crimes como corrupção de menores; satisfação de lascívia mediante presença de criança ou adolescente; favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança, adolescente ou vulnerável; e divulgação de cena de estupro cometido contra vulnerável. Esse projeto segue para análise na Câmara dos Deputados.