Boulos conversa com PDT, Rede e PCdoB sobre aliança para governo de SP em 2022
Boulos se encontrou na semana passada com o presidente do PDT, Carlos Lupi, com a porta-voz nacional da Rede, a ex-senadora Heloísa Helena, e com o deputado federal Orlando Silva, uma das principais lideranças do PCdoB.
O ex-presidenciável Guilherme Boulos (PSOL) abriu conversações com o PDT, o PCdoB e a Rede para uma eventual aliança em torno de sua candidatura ao governo de São Paulo em 2022.
Ele se encontrou na semana passada com o presidente do PDT, Carlos Lupi, com a porta-voz nacional da Rede, a ex-senadora Heloísa Helena, e com o deputado federal Orlando Silva, uma das principais lideranças do PCdoB.
Um eventual acordo abriria a possibilidade de o PSOL abrir o palanque em São Paulo para Ciro Gomes, que será candidato.
Boulos tornou pública a sua intenção de se candidatar ao governo de SP em uma entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, em abril.
“Estou disposto a ser candidato”, afirmou o coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto.
O anúncio surpreendeu o PT, que imaginava formar uma aliança com o PSOL que incluiria o apoio a Lula para presidente e a Fernando Haddad para o governo de SP.
Na mesma entrevista, Boulos sinalizou que o apoio a Lula pode ocorrer, mas em São Paulo ele não seria automático. “Não é razoável que numa composição, numa aliança política, tenha um partido que seja a cabeça de chapa em todos os lugares, em nível nacional, em nível estadual. Não é razoável isso”, afirmou ele.
Desde então, Boulos tem percorrido o estado de SP em encontros com lideranças sociais e políticas. Haddad vem fazendo o mesmo.
A possibilidade de o PSOL abrir um palanque para Ciro em São Paulo não exclui a possibilidade de ter candidato próprio a presidente da República ou mesmo de apoiar Lula.
Neste caso, o palanque seria aberto para os dois presidenciáveis.
Esta matéria foi útil para você?
Newsletter TODODIA
As mais lidas do dia, direto no seu e-mail. Grátis.
Veja também
PF em Campinas cumpre mandado contra suspeito de abuso sexual infantojuvenil
Investigação apura produção e divulgação de material com abuso sexual infantojuvenil e estupro de vulnerável
STF condena Eduardo Bolsonaro a 4 anos e 2 meses de prisão por coação no curso do processo
Por unanimidade, ministros também determinaram inelegibilidade por oito anos e perda do cargo de escrivão da Polícia Federal
STF julga nesta terça ação penal que pode condenar Eduardo Bolsonaro
Primeira Turma analisa denúncia da PGR sobre suposta atuação do ex-deputado para pressionar a Corte por meio de sanções dos Estados Unidos