Pela segunda vez, governo Doria multa Bolsonaro por não usar máscara em SP
Além de Bolsonaro, três ministros e 12 autoridades também receberam a multa, de acordo com informação do governo paulista. Cada um recebeu autuação de R$ 552,71 pelo não uso de máscara em espaço público
O governo João Doria (PSDB) multou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pela segunda vez por não usar máscara em evento em Sorocaba (SP), nesta sexta-feira (25), apesar da lei estadual que obriga o uso da proteção contra a transmissão do coronavírus.
Além de Bolsonaro, três ministros e 12 autoridades também receberam a multa, de acordo com informação do governo paulista. Cada um recebeu autuação de R$ 552,71 pelo não uso de máscara em espaço público.
Em 12 de junho, ocasião em que participou de uma motociata em São Paulo, Bolsonaro já havia sido multado pela mesma razão.
Nesta sexta (25), foram multados os ministros Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), Fábio Faria (Comunicações) e Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), além do senador Luis Carlos Heinze e dos deputados federais Eduardo Bolsonaro, Carla Zambelli, Caroline De Toni e Guilherme Muraro Derrite.
Um decreto, de maio de 2020, obriga o uso de máscaras no estado de São Paulo. As multas são enviadas pelos Correios. A vigilância sanitária estadual já aplicou 7.886 autuações por infrações a normas de prevenção da Covid entre 1º julho de 2020 e 14 de junho de 2021.
Esta matéria foi útil para você?
Newsletter TODODIA
As mais lidas do dia, direto no seu e-mail. Grátis.
Veja também
PF em Campinas cumpre mandado contra suspeito de abuso sexual infantojuvenil
Investigação apura produção e divulgação de material com abuso sexual infantojuvenil e estupro de vulnerável
STF condena Eduardo Bolsonaro a 4 anos e 2 meses de prisão por coação no curso do processo
Por unanimidade, ministros também determinaram inelegibilidade por oito anos e perda do cargo de escrivão da Polícia Federal
STF julga nesta terça ação penal que pode condenar Eduardo Bolsonaro
Primeira Turma analisa denúncia da PGR sobre suposta atuação do ex-deputado para pressionar a Corte por meio de sanções dos Estados Unidos